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PROJETOS
A IdeiaLab é uma empresa que desenvolveu um canal de inovação aberta e captação da inteligência coletiva que tem uma metodologia muito simples: As empresas divulgam um desafio no site e as pessoas incubam as suas ideias. Após um período pré-determinado, a IdeiaLab se utiliza de processos de gestão para filtrar as propostas e apresenta para a empresa um projeto completo de inovação. Os colaboradores de destaque, passam a fazer parte do projeto.
Como evolução do formato, a IdeiaLab criou o Coletivo de Inovadores. Um grupo seleto de profissionais formados em diversas áreas dispostos a pensar fora dos padrões e encontrar soluções para as empresas dialogarem com as pessoas e implantarem o processo de inovação em sua gestão de marca, seja através de um brainstorm para um job específico ou a implantação de novos processos de gestão por um período determinado.
As primeiras experiências já foram realizadas com sucesso. No site, empresas publicaram um desafio específico através de um brief, utilizando o formato de brainstorm aberto, ou seja, todas as idéias incubadas estavam disponíveis para qualquer pessoa, criando uma rede de inteligência coletiva que produziram idéias inovadoras à altura da expectativa das empresas. Com isso, o projeto obteve repercussão espontânea em diversos meios, e seu fundador Leandro Ogalha e os integrantes do Coletivo de Inovadores são convidados para apresentar o modelo de “diálogo de marca” em palestras sobre e fóruns sobre gestão, inovação e web 2.0.
Hoje a IdeiaLab oferece seu Coletivo e visão de gestão para projetos exclusivos em empresas e agências de comunicação que desejam implantar a inteligência coletiva, inovação e inspiração nos processos estratégicos e criativos.
Por que contratar a IdeiaLab?
As empresas conhecem a necessidade de dialogar com as pessoas e estabelecer uma metodologia de inovação, mas em muitos casos não sabem por onde começar ou então não tem pessoal especializado para administrar o processo, impossibilitando qualquer implantação de projetos deste tipo.
Na era da comunicação bilateral, produzida pelo usuário, compartilhada e disponível gratuitamente em redes sociais online, a empresa que deseja se estabelecer neste cenário precisa repensar todos os seus processos de relação humana. Esta relação se dá antes mesmo das pessoas que consomem seus produtos ou serviços, mas com as pessoas que formam a própria empresa.
Você já imaginou o potencial da inteligência coletiva e capital intelectual que existe entre seus funcionários. O conhecimento que um vendedor tem sobre o comportamento de consumo das pessoas? As idéias inovadoras para processos e gestão que os funcionários da base da pirâmide hierárquica têm para apresentar? A gestão da informação compartilhada e coletiva é a nova ferramenta deste novo cenário. Integrar os funcionários e colaboradores no processo de desenvolvimento de produtos e ações, além de ser a melhor campanha de relacionamento e incentivo, é a nova forma de administrar das empresas 2.0.
A IdeiaLab gerencia todo o processo. Cria os canais, motiva a participação dos grupos, administra a incubação de idéias, gerencia o capital com foco no problema específico, desenvolve o planejamento do projeto de inovação e disponibiliza o precioso conteúdo para a os gestores da empresa. Tudo dentro dos padrões de confidencialidade e segurança da informação e cada projeto é formatado de acordo com a cultura organizacional da empresa e seu problema específico.
Os slides deste post (acima) fazem parte do material das nossas palestras, onde apresentamos nossa visão, conceitos e formatos de trabalho. Conheça melhor como podemos transformar sua empresa com a inteligência coletiva:
Email: incubadora@ideialab.com
Twitter: @ideialab
Coletivo Idearators no LinkedIn
Pensar “fora da caixa” é mais rentável
Pesquisa mostra que é raro ter idéias novas sem sair da rotina, mas a maioria dos escritórios de criação ainda não aceita que funcionários deixem local de trabalho.
É ótimo quando as pesquisas científicas confirmam aquilo que a gente sabe, mas não podia apresentar com dados, não é mesmo? Foi o que aconteceu na edição de setembro/outubro da revista HSM Management: foi publicado um artigo e uma entrevista com o Professor Gregory Berns, físico, neurologista e engenheiro biomédico que trabalha nos departamentos de psiquiatria e economia da Emory University, nos Estados Unidos.
O livro mais recente do Prof. Berns se chama “Iconoclasta: um neurocientista revela como pensar diferente.” No livro, o professor divulga resultados de suas pesquisas na área do pensamento criativo e da inovação. São conclusões importantes do ponto de vista científico, mas nem todas chegam a surpreender quem passou a vida toda trabalhando com criatividade e inovação numa base diária. Uma das conclusões mais diretas e efetivas de Berns é a seguinte:
“Para “pensar diferente” a atitude mais benéfica que você pode ter é se colocar fora de seu ambiente usual. É raro que as pessoas tenham idéias novas enquanto estão sentadas em seu escritório ou interagindo com as mesmas pessoas todos os dias. Observamos que se colocar em uma circunstância inédita ou diferenciada, seja numa viagem ou encontrando pessoas que não vemos todos os dias, é de longe a melhor forma de fazer com que o cérebro saia de seu modo previsível e desperte a criatividade inerente.”
Os escritores sabem disso há muito tempo, daí tantos “livros de viagens” e romances escritos durante estadias em países diferentes, as chamadas “obras do exílio”. Pintores também são famosos pela inspiração fornecida por novos ares e paisagens diferentes. Diretores de cinema como Woody Allen e David Lynch já endossaram a tese. E os melhores criativos que conheço, inclusive nas várias agências nas quais trabalhei, sempre foram unânimes em apontar o valor inestimável de mudar o cenário para ter suas melhores idéias.
Ao sair da mesa, tomar um café, ir até a esquina para comprar um sorvete, ou qualquer coisa que quebre a rotina e os tire de trás de suas mesas, a criatividade sempre parece fluir melhor, com mais facilidade, mais rapidamente. Naturalmente, isso sempre foi verdadeiro pra mim também, e por isso sempre estimulei as equipes de criação que dirigi a terem essa atitude de mudar de ares e evitar a rotina de ficar atrás da mesa. Previsivelmente, nem sempre isso agradou a todos nas agências onde trabalhei.
Muitas vezes o pessoal que não era diretamente responsável por criar a nova idéia, a campanha ou o plano inovador achava que se a equipe não estava sentada à mesa, fazendo cara de compenetrada, escrevendo ou ilustrando, não estava produzindo.
Sempre defendi o contrário – o criativo é mais produtivo sempre que ele ”sai da caixa”, qualquer que seja a caixa: a mesa, a baia, a sala de reuniões ou o horário exato que se espera que ele faça. Milhares das melhores idéias aconteceram enquanto os criativos estavam dirigindo de volta pra casa; quando estavam tomando banho na manhã seguinte ao dia do briefing; quando eles saíram de suas mesas para tomar um café e dar uma volta – sem necessariamente fazer cara de conteúdo: simplesmente indo até a padaria da esquina, despreocupadamente.
Pensando bem, nada mais óbvio: para que as pessoas pensem fora da caixa, deixe que elas saiam das suas caixas! Parece a coisa mais simples do mundo – mas não costuma ser simples no cotidiano. Os empresários, os clientes e o pessoal do atendimento normalmente reclamam, se chateiam e agem como se o criativo não estivesse fazendo seu trabalho cada vez que ele tenta sair da caixa física, ou da caixa dos horários exatos aos quais a burocracia gosta tanto de submeter as pessoas na ilusão de controlá-las. No caso de um trabalhador intelectual que executa tarefas criativas, um controle absolutamente ilusório, porque ficar sentado à mesa com cara de preocupado nunca ajudou ninguém a ter uma idéia feliz, inovadora, inspirada, arejada.
De fato, como também está hoje comprovado cientificamente, idéias felizes e produtivas têm mais chance de acontecer quando as pessoas estão felizes. Trancadas nos limites da sala, do horário estrito e da burocracia, as pessoas ficam menos felizes. E suas idéias ficam burocráticas, sem graça, sem inovação.
Curioso que burocratas cinzentos se perguntem “porque é tão difícil encontrar idéias que sejam realmente “fora da caixa?”. É exatamente por aquela atitude que os criativos sempre valorizaram tanto, e que os mesmos burocratas sempre chamaram de bobagem, frescura, ou coisa muito pior.
Mas agora, pasmem: tem até comprovação científica!
Por Paulo Ferreira, publicitário, consultor especialista em Gestão Estratégica de Negócios. Atua também como consultor de imagem e comunicação para diversas empresas por meio de sua consultoria, a Wasaby Innovation.



