Núcleo de Inteligência Colaborativa
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Palestras | Clipping

NOVEMBRO/2010 – LEANDRO OGALHA NO THINKWEB



Leandro Ogalha foi convidado a palestrar em nome do Update or Die no evento ThinkWeb 2010.  Em sua apresentação, foram explorados conceitos da gestão colaborativa como estratégia de inovação e novos negócios para o futuro, alicerçados em três pilares: a criação de uma versão beta de sua empresa; a utilização do comportamento Y para lidar com as pessoas, com foco em uma gestão humanizada; e o pensamento de forma compartilhada.

O Think web recebeu ainda grande nomes do mercado, como Ulisses Zamboni (@ulizamboni), Gil Giardelli (@gilgiardelli), Leo Xavier (@leoxavier), Samantha Shiraishi (@samegui), Thiago Pereira (@thiagomin), Liliane Ferrari (@lilianeferrari) e Bia Granja (@biagranja). Veja abaixo:


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MAIO/2010 – IDEIALAB NA RESULTS ON WEEK – SP

 

Leandro Ogalha foi um dos palestrantes da ResultsOn Week 2010. Evento realizado pela Six Pix no Teatro Vivo (SP), que contou com os principais nomes da comunicação, gestão e inovação. Sendo um dos mais novos participantes do evento, dialogou com a platéia sobre as questões que envolvem a revolução social através das novas mídias e sobre o comportamento da geração Y. Com uma visão abrangente sobre a inteligência coletiva e sua importância na gestão das marcas, apresentou detalhadamente o formato de gestão da IdeiaLab e seus cases, lançando no evento seu novo projeto, o Coletivo de Inovadores.


View more presentations from Leandro Ogalha.
O evento foi transmitido ao vivo pela internet, atingiu o Trend Topics Brazil (#onweek) no Twitter e teve um potencial de audiência de quase 3 milhões de pessoas (gráfico abaixo).

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DEZEMBRO/09 – IDEIALAB NA JORNADA DE TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DO BANCO DO BRASIL – BRASÍLIA

Painel sobre Geração Y, Novas Mídias e Inovação. Centro de Tecnologia do Banco do Brasil.  Palestrantes: Adriana Salles Gomes (HSM Management), Walter Longo (Newcomm – Young & Rubicam) e Leandro Ogalha (IdeiaLab) – Mediação Marcelo (BB).

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AGOSTO/09 – LEANDRO OGALHA NA REVISTA HSM MANAGEMENT


A Revista HSM Management é uma das publicações mais respeitadas quando se trata de gestão e  marketing em todo o mundo. Da empresa HSM Inspiring Ideas, que organiza o maior evento corporativo do Brasil (HSM Expo), a revista é uma publicação que inspira e orienta os CEO´s das principais empresas.

Leandro Ogalha é colaborador do blog HSM, onde aplica seu conhecimento e sua visão sobre inovação e comunicação para dialogar com os gestores das empresas.

Nesta edição, teve parte de um dos seus posts do blog selecionado para a a revista.  Seu texto foi escolhido entre muitos e é apresentado junto com grandes nomes do mundo corporativo.

Confira na página abaixo a sua citação:

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JULHO/09 – LEANDRO OGALHA APRESENTA IDEIALAB NO FÓRUM EMPRESARIAL DE GUARULHOS


Na noite de 29 de julho, aconteceu a 13ª edição do Fórum Empresarial de Guarulhos no Ceasar Park Hotel. O objetivo do empresariado foi debater as novas formas de comunicação entre empresa e seu público utilizando as novas mídias, como as redes sociais.

Com o tema “Sem Fronteiras: As inovações na Comunicação”, Rodrigo Barros, presidente do Grupo Segredo do Sucesso, convocou um time de especialistas para debater o assunto. Participaram: Leando Ogalha, fundador da incubadora de ideias IdeiaLab, Júlio Cesar Duram, diretor de Concepção e Interface de produtos do provedor Uol e Gil Giardelli, professor do curso de inovação Tecnológica da ESPM. Assista abaixo a entrevista realizada pela TV Gazeta no evento:

 

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JUNHO/2010 – ENTREVISTA DE LEANDRO OGALHA NA REVISTA REVISTA RESULTS ON

A IdeiaLab foi entrevistada pela Editora SixPix, para a plataforma de negócios inteligentes e inovadores, a Revista e Site ResultsOn, umas das publicações mais influentes da nova geração de empreendedores, que tem apoio do Sebrae.

Esta edição aborda as ferramentas digitais, e dentro deste tema, entramos na matéria sobre trabalho em equipe e crowdsourcing na internet.

Leia abaixo a matéria ou acesse o  site da ResultsON para ler toda a edição. Junto, um vídeo da entrevista onde Leandro Ogalha apresenta a IdeiaLab e fala sobre o futuro do projeto.

Trabalho em equipe – Entrevista com Leandro Ogalha from resultson on Vimeo.

 

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MAIO/09 – ARTIGO DE LEANDRO OGALHA NA REVISTA HSM MANAGEMENT


View more documents from Leandro Ogalha.











BRAINSTORM INTERVENÇÃO URBANA (FINALIZADO)


O Coletivo Intervenções é uma startup que surgiu de uma ideia incubada aqui na IdeiaLab. Em pouco tempo se tornou um dos principais coletivos sobre arte na internet brasileira. Com o objetivo de democratizar o acesso à arte e divulgar manifestações com pouco destaque na mídia, o Coletivo atualiza diariamente centenas de leitores interessados no que acontece no mundo das artes.

Os planos para 2010 é sair da esfera digital e ir para as ruas. E para se tornar um projeto verdadeiramente coletivo, abrimos o brainstorm aqui na IdeiaLab para formatar nossa primeira ação de intervenção nas ruas de forma colaborativa.

Brief: Ação de intervenção colaborativa que seja iniciada na internet e ganhe vida nas ruas da capital paulista. Nosso projeto não tem cunho político, e sim artístico. Queremos quebrar com o cotidiano das pessoas na região urbana com uma ação que agregue de forma positiva e construtiva. Não esperamos um layout de graffiti, mas ideias para executar uma ação.

Tipo de Incubadora: Brainstorm Coletivo Aberto

Critério de avaliação: Parcialmente aberta. Os integrantes do Coletivo vão selecionar a(s) melhor(es) ideia(s). Pode ser 1 ou a junção de várias.

Recompensa: Os nomes dos selecionados farão parte da ficha técnica da ação em toda sua divulgação e no vídeo oficial do projeto. Participação livre sem recompensa  financeira.

Deadline: 31 de março de 2010

RESULTADO: Muitas ideias foram finalistas do nosso brainstorm, mas como temos que selecionar apenas uma, a melhor ideia é de Vinicius Montana – O Maior Grafite do Mundo. (02/03/2010 ÀS 18:07).

O Coletivo decidiu que as pessoas que incubaram suas ideias terão o direito de participar da fase do estrutura do projeto e ter seus nomes na lista de execução.

Nada mais justo para um projeto feito com base na Inteligência Coletiva e que teve a participação dessas pessoas que acreditam neste formato.

Faremos contato por email com todos ainda na próxima semana para novas informações.

Obrigado a todos e vamos para a execução!

Leandro Ogalha e Coletivo Intervenções


IDEIAS INCUBADAS:

91 ideias para “Brainstorm Intervenção Urbana”

  1. 1. Brainstorm para Intervenção Urbana « Intervenções disse:

08/02/2010 às 20:00 (Editar)

[...] esfera digital e ir para as ruas. E para se tornar um projeto verdadeiramente coletivo, abrimos um brainstorm na IdeiaLab para formatar nossa primeira ação de intervenção nas ruas de São Paulo de forma colaborativa. [...]

  1. 2. Alamir Marinho disse:

08/02/2010 às 20:15 (Editar)

Que tal construir “mini-dormitórios” em baixo dos viadutos? Com matéria prima reaproveitada (tecidos, plásticos, metais, etc.).
Isso sim seria um projeto de “casas populares”. Com um diferencial: Custo zero para os moradores.
Ação socialmente responsável, pra mostrar que artistas de rua não são marginais (como estereotipado por alguns).

Espero ter contribuído.

Abraço!

  1. 3. intervenções disse:

09/02/2010 às 13:15 (Editar)

Tá rolando um brainstorm aberto para a primeira Intervenção Urbana do nosso Coletivo. Dê sua ideia! http://bit.ly/bEGV2Y #inovacao #arte

  1. 4. Mielle disse:

09/02/2010 às 13:17 (Editar)

RT @intervencoes: Tá rolando um brainstorm aberto para a primeira Intervenção Urbana do nosso Coletivo. Dê sua ideia! http://bit.ly/bEGV2Y #inovacao #arte

  1. 5. Ricardo Cedran disse:

09/02/2010 às 13:17 (Editar)

RT @intervencoes: Tá rolando um brainstorm aberto para a primeira Intervenção Urbana do nosso Coletivo. Dê sua ideia! http://bit.ly/bEGV2Y #inovacao #arte

  1. 6. Tecnopolíticas disse:

09/02/2010 às 13:22 (Editar)

RT @intervencoes: Tá rolando um brainstorm aberto para a primeira Intervenção Urbana do nosso Coletivo. Dê sua ideia! http://bit.ly/bEGV2Y

  1. 7. van disse:

09/02/2010 às 13:52 (Editar)

Projeto Galeria Coletiva.

Existem milhares artistas muito bons e que não têm onde expor sua arte, e também não sabem como divulga-la. Essa intervenção vai servir como uma espécie de alavanca da arte, onde as pessoas vão poder mostrar seus trabalhos para todo mundo.

A ideia consiste em uma galeria coletiva ao ar livre, que vai abranger pintura, escultura, música, danca, artesanato, todo tipo de manifestação cultural.

Local: Locais públicos que tenham uma grande concentração de pessoas ex: Pq do Ibirapuera, Praça da sé,…

  1. 8. vanessa vieira disse:

09/02/2010 às 14:54 (Editar)

\

RT@intervencoes: Tá rolando um brainstorm aberto p/ a primeira Intervenção Urbana do nosso Coletivo. Dê sua ideia! http://bit.ly/bEGV2Y

  1. 9. Brainstorm para Intervenção Urbana | Batedeiradisse:

09/02/2010 às 15:01 (Editar)

[...] e ir para as ruas. E para se tornar um projeto verdadeiramente colaborativo, decidiram abrir um brainstorm para formatar sua primeira ação de intervenção nas ruas de São Paulo. Dê sua ideia! [...]

  1. 10. Brainstorm para Intervenção Urbana « Troca de ideia disse:

10/02/2010 às 8:42 (Editar)

[...] e ir para as ruas. E para se tornar um projeto verdadeiramente colaborativo, decidiram abrir um brainstorm para formatar sua primeira ação de intervenção nas ruas de São Paulo. Dê sua [...]

  1. 11. Andrio Catilio disse:

11/02/2010 às 9:18 (Editar)

sei que o cunho não é político e sim artístico, mas só queria colaborar nesse brain com minha experiencia, recentemente utilizeime de uma imagem famosa da net, aquelas propagandas retrôs, para confecionar cartazes lambe-lambe, digamos que o cartaz era um tanto “apológico”, mas mesmo assim, foi surpreendete o resultado direto nas pessoas, fiz diversos contatos, muuuita gente entrou em contato pra comprar, (isto que não tem nenhum contato no cartaz) enfim, acho que é uma boa “midia” o poster/cartaz,

  1. 12. Polliana Araújo disse:

17/02/2010 às 15:41 (Editar)

Galera, tem brainstorm aberto para a primeira intervenção urbana do Coletivo @intervencoes. Participem: http://bit.ly/bEGV2Y

  1. 13. celsochad disse:

17/02/2010 às 15:47 (Editar)

RT @leandro_ogalha: 4ªf de cinzas ociosa? Participe do brainstorm aberto p/ a 1ª intervenção do Coletivo @intervencoes http://bit.ly/bEGV2Y

  1. 14. Alamir disse:

17/02/2010 às 15:52 (Editar)

Dê um pitaco no brainstorm aberto para intervenção urbana do #coletivo @intervencoes http://bit.ly/bEGV2Y (boa iniciativa)

  1. 15. brunnoapolonio disse:

17/02/2010 às 16:38 (Editar)

Se liga no braintorm aberto para intervenções urbanas do Coletivo @Intervencoeshttp://bit.ly/bEGV2Y #artes

  1. 16. felipe tofani disse:

17/02/2010 às 16:41 (Editar)

RT @ricardoaum: Tem uma idéia de intervenção urbana supimpa? Participe do brainstorm do coletivo @intervencoes http://bit.ly/bEGV2Y

  1. 17. Bruno Scartozzoni disse:

17/02/2010 às 17:04 (Editar)

brainstormão de intervenção urbana em SP – contribua! http://bit.ly/bEGV2Y

  1. 18. James Scavone disse:

17/02/2010 às 17:08 (Editar)

Bela iniciativa! RT @leandro_ogalha Participe do brainstorm aberto para a 1ª intervenção do Coletivo @intervencoes http://bit.ly/bEGV2Y

  1. 19. Fernando Celso C Chad disse:

17/02/2010 às 17:12 (Editar)

Minha idéia seria quase uma anti-intervenção na forma de protesto contra os péssimos políticos de nossa cidade, estado e país. Deixa eu explicar melhor…

Nessa época de eleições que estão por vir, todos sabem que centenas de candidatos “emporcalham” a cidade com diversas formas de materiais de divulgação de extremo mau-gosto, gerando muito lixo nas ruas e alta poluição visual.

A idéia é combater isso tudo. A arma: ARTE DE PROTESTO. Mas como?

Simplesmente arrancando placas, adesivos, cartazes, etc. e tentando transformar esse lixo urbano em formas de arte.

A idéia é convencer as pessoas a criarem recortes, pinturas, colagens, grafite, etc. que tragam uma mensagem de protesto e que tenham como matéria-prima pedaços destas peças de divulgação ou até a peça inteira. Outra coisa legal também é a remontagem “especial” de spots e vídeos de candidatos transformando tudo isso em forma de arte de protesto.

Todas estas manifestações artísticas vão sendo divulgadas na internet e com isso vão gerando uma alta mídia espontânea. É importante que todos os artistas profissionais e amadores participantes da ação guardem estas artes para que depois de algum tempo (ideal que seja na semana que antecede as eleições) todas estas diversas formas de manifestação artística sejam abertas para a população em uma exposição aberta a ser realizada em algum ponto conhecido da cidade de São Paulo (ex.: Av. Paulista).

Com certeza, se obtivermos um grande número de participantes, esta ação vai se tornar um sucesso e vai ganhar conhecimento de toda uma nação através da internet e até da mídia aberta.

  1. 20. Suellen Ogalha disse:

17/02/2010 às 17:20 (Editar)

Muito legal poder fazer parte de uma intervenção urbana coletiva.
Vamos lah, SP eh um palco aberto para que todos possam “assistir” as manifestações da própria sociedade. Sugiro criar pequenos Mobs onde grupos de pessoas mascaradas, simultaneamente, montem pulpitos em diversos pontos da cidade e recitem pequenos protestos enviados pelo twitter para o coletivo. Seria uma forma de dar voz ao povo através das web e levar a mensagem até o espaço físico e real, para os transeuntes da cidade.

  1. 21. chico46 disse:

17/02/2010 às 17:22 (Editar)

Criativos o @leandro_ogalha ta fazendo um brainstorm aberto na WEB de intervenção urbana, participem! http://bit.ly/dywvdy

  1. 22. Gustavo Giglio disse:

17/02/2010 às 17:25 (Editar)

e esses caras sempre com coisas boas: @intervencoes http://bit.ly/bEGV2Y(intervenções urbanas colaborativas!)

  1. 23. Adriana Salles Gomes disse:

17/02/2010 às 17:31 (Editar)

Vc q tem “brain”, ñ foge de “storm” nem de arte: participe! http://bit.ly/bEGV2Y(intervenções urbanas colaborativas!) (via @gustavogiglio)

  1. 24. Ricardo Aum disse:

17/02/2010 às 17:37 (Editar)

Tem uma idéia de intervenção urbana supimpa? Participe do brainstorm do coletivo @intervencoes http://bit.ly/bEGV2Y

  1. 25. Priscila Queiroz disse:

17/02/2010 às 17:44 (Editar)

RT @GustavoGiglio e esses caras sempre com coisas boas: @intervencoeshttp://bit.ly/bEGV2Y (intervenções urbanas colaborativas!)

  1. 26. Felipe Pacheco disse:

17/02/2010 às 18:08 (Editar)

Boa!! RT @leandro_ogalha: Participe do brainstorm aberto para a primeira intervenção do Coletivo @intervencoes http://bit.ly/bEGV2Y

  1. 27. rventurelli disse:

17/02/2010 às 18:12 (Editar)

Quem ta afim de um brainstorm aberto para a intervenção urbana do coletivo Intervenções? o/ – http://bit.ly/bEGV2Y (link certo)

  1. 28. Kratonton disse:

17/02/2010 às 18:28 (Editar)

O “Coletivo Intervenções”(@intervencoes ) está promovendo 1 brainstorm aberto na web p/ 1 ação em SP. Participe + info http://bit.ly/bEGV2Y

  1. 29. Fernanda Paulino disse:

17/02/2010 às 18:36 (Editar)

VAI LÁ!!!! –> RT @leandro_ogalha Participe do brainstorm aberto para a 1ª intervenção do Coletivo @intervencoes http://bit.ly/bEGV2Y

  1. 30. ianthomaz disse:

17/02/2010 às 20:04 (Editar)

ESPAÇO URBANO LIVRE | ASSIM COMO AS IDÉIAS – Já viram a nova proposta do @ideialab: BRAINSTORM INTERVENÇÃO URBANA http://bit.ly/cwkash

  1. 31. Munique Lima disse:

17/02/2010 às 20:17 (Editar)

Brainstorm @intervencoes! Participe http://bit.ly/bEGV2Y

  1. 32. Wellington S. Santos disse:

17/02/2010 às 20:43 (Editar)

Em dia de jogo de copa do Mundo as ruas ficam vazias. Empresas liberam funcionários mais cedo, todos correm para chegar em casa e assistir à Seleção. Minha proposta é inverter isso e criar em pontos estratégicos da cidade um ambiente coletivo para assistir ao jogos da copa 2010. Podemos criar tendas gigantes com o logotipo do Intervenções e dentro delas, por meio de projeções, assistir ao jogos da copa em locais como a Avenida Paulista. O ingresso para entrar e assistir pode ser um comes ou um bebes qualquer. O espaço pode ser patrocinado por empresas parceiras também. As cotas de patrocínio podem ter valores acessíveis que serão revertidos para a produção do evento e divulgação. Aí é só correr pro abraço!

  1. 33. Rafael Fonseca disse:

17/02/2010 às 21:40 (Editar)

Estou colado! brainstorm aberto para a intervenção urbana do coletivo Intervenções? o/ – http://bit.ly/bEGV2Y (via @rventurelli )

  1. 34. Felipe Morais disse:

17/02/2010 às 22:35 (Editar)

A quem interessar: brainstorm aberto na web p/ uma intervenção urbana:http://bit.ly/bEGV2Y

  1. 35. ianthomaz disse:

18/02/2010 às 13:50 (Editar)

ESPAÇO URBANO LIVRE | ASSIM COMO AS IDÉIAS – Já viram a nova proposta do @intervencoes : BRAINSTORM INTERVENÇÃO URBANA http://bit.ly/cwkash

  1. 36. Poniew disse:

18/02/2010 às 13:57 (Editar)

RT @ianthomaz: ESPAÇO URBANO LIVRE | ASSIM COMO AS IDÉIAS – Já viram a nova proposta do @intervencoes : BRAINSTORM INTERVENÇÃO URBANAhttp://bit.ly/cwkash

  1. 37. Alexandre Drago Kail disse:

18/02/2010 às 14:00 (Editar)

Interessado em participar de um projeto artístico verdadeira/e coletivo: BRAINSTORM INTERVENÇÃO URBANA – http://b2l.me/fvvuR (via @ideialab)

  1. 38. Lorenzo Mendoza disse:

18/02/2010 às 15:17 (Editar)

Brainstorm aberto na web p/ intervenção urbana em sp. Idéia bem lega. Se você pira nisso dá umas idéias lá… http://bit.ly/bEGV2Y

  1. 39. marcelo siqueira disse:

18/02/2010 às 21:31 (Editar)

Minha ideia é pintar de branco, usando molde stencil nas ruas, uma carroçovia e juntar um monte de carroceiros atrás comemorando a faixa exclusiva para carroceiros recicladores.

  1. 40. Brunno Torquato disse:

19/02/2010 às 13:09 (Editar)

Masp democrático
Pensei em fazer um Site Especific. Abrir um site onde as pessoas vão mandar suas propostas de arte. Ilustrações, fotos, desenhos etc. O Intervenções vai imprimir todas e fazer uma exposição coletiva no vão livre do MASP numa madrugada de fim de semana. Vamos convidar a imprensa e fazer transmissão em tempo real pela net. É uma forma de usar um espaço que restringe a arte para poucos artistas e transformá-lo em um espaço publico e democrático de arte.
Twitter:  http://www.twitter.com/brunnotorquato

  1. 41. Leandro Ogalha disse:

19/02/2010 às 13:15 (Editar)

Pessoal, aqui é um brainstorm de verdade. Ou seja, são insights apresentados e que depois de aprovado que iremos definir um plano de execução. Não se preocupem com detalhes técnicos, mas com a ideia em si.
Abs!
Twitter: @leandro_ogalha

  1. 42. bruna cassia disse:

19/02/2010 às 13:42 (Editar)

RT @ideialab: Quer participar do brainstorm coletivo para uma intervenção urbana em #SP? Entre lah: http://bit.ly/bEGV2Y #inovacao #arte

  1. 43. #AtivismoDigital disse:

19/02/2010 às 13:42 (Editar)

RT @ideialab: BRAINSTORM INTERVENÇÃO URBANA http://bit.ly/cwkash

  1. 44. Novas da Política disse:

19/02/2010 às 16:55 (Editar)

Que tal participar de um projeto de intervenção urbana em SP? Acesse e dê sua ideia: http://bit.ly/bEGV2Y RT @ideialab

  1. 45. Brunno Torquato disse:

19/02/2010 às 16:57 (Editar)

RT @novasdapolitica: Que tal participar de um projeto de intervenção urbana em SP? Acesse e dê sua ideia: http://bit.ly/bEGV2Y RT @ideialab

  1. 46. Munique Lima disse:

19/02/2010 às 17:46 (Editar)

RT @leandro_ogalha: Queremos saber sua ideia para a primeira ação do @intervencoes http://bit.ly/bEGV2Y

  1. 47. celsochad disse:

19/02/2010 às 17:47 (Editar)

  1. 48. Eli K Hayasaka disse:

19/02/2010 às 18:54 (Editar)

RT @ideialab: BRAINSTORM INTERVENÇÃO URBANA http://bit.ly/cwkash

  1. 49. Raul Torres disse:

19/02/2010 às 18:58 (Editar)

Esses caras sempre com coisas boas: @intervencoes http://bit.ly/bEGV2Y(intervenções urbanas colaborativas!)

  1. 50. vanessa vieira disse:

20/02/2010 às 12:47 (Editar)

Dê a sua ideia para a primeira ação do @intervencoes http://bit.ly/bEGV2Y

  1. 51. Lívia Ascava disse:

22/02/2010 às 0:23 (Editar)

contínuo e efêmero
hey,

então. gosto de pensar em algo arte efêmera para o espaço público. mas também em alguma coisa que possa manter a história viva.

talvez pudessemos selecionar alguns pontos da cidade, pensando na maior diversidade de espaços e documentar criando um circuito de “turismo” para a data, em que o pessoal possa fazer seu itinerario.

um mapa, sensorial, sinestésico, talvez? saia da sé, aonde você vai encontrar o “frio” (e um grupo de artistas plásticos fica responsável por isso) e siga até a liberdade aonde você vai encontrar a “angustia” (um grupo de teatro se vira com esse tema) e por aí vai (ideias toscas de brainstorm…)

isso tudo será realizado por diversas expressões artísticas. teatro, musica, artes plastias… etc

uma equipe estará documentando todo o processo.

no final dele, lançamos um site, tipo um mapa da cidade / mapa de sensações, experiências em que a pessoa navega conforme o que quer encontrar de sensações ou pelos pontos da cidade.

não sei se vocês conhecem o museu do efêmero: http://www.museuefemero.com/é uma parada bacana.

esse site poderia ter um esquema de navegação tipo 360% da cidade de são paulo. com zoom nas intervenções… tipo essa interface aqui da casa das caldeirashttp://br360.com.br/sp/flash/ccaldeiras.html

bom… vale a pena aprofundar um pouco mais a ideia. coloquei tudo na vibe brainstorm. mas vou pensar em mais coisas pra acrescentar e esclarecer melhor a intenção.

abs!
Twitter: @liascava

  1. 52. rventurelli disse:

22/02/2010 às 19:16 (Editar)

BRAINSTORM INTERVENÇÃO URBANA – http://b2l.me/fvvuR (via @ideialab)

  1. 53. rventurelli disse:

22/02/2010 às 19:16 (Editar)

BRAINSTORM INTERVENÇÃO URBANA – http://b2l.me/fvvuR (via @ideialab)

  1. 54. Carolina Luco disse:

22/02/2010 às 22:34 (Editar)

RT @rventurelli BRAINSTORM INTERVENÇÃO URBANA – http://b2l.me/fvvuR (via @ideialab)

  1. 55. Carolina Luco disse:

22/02/2010 às 22:34 (Editar)

RT @rventurelli BRAINSTORM INTERVENÇÃO URBANA – http://b2l.me/fvvuR (via @ideialab)

  1. 56. Pedro Porto disse:

23/02/2010 às 4:27 (Editar)

RT @ideialab: BRAINSTORM INTERVENÇÃO URBANA http://bit.ly/cwkash

  1. 57. Mah Bortoluzzi disse:

23/02/2010 às 8:47 (Editar)

Aliás, você que acordou criativo pode dar uma ideia de intervenção para colocarmos em prática. Que tal? http://migre.me/kY96

  1. 58. Fernanda Bogoni disse:

23/02/2010 às 8:59 (Editar)

RT @mahbortoluzzi: Aliás, você que acordou criativo pode dar uma ideia de intervenção para colocarmos em prática. Que tal? http://migre.me/kY96

  1. 59. gaitha disse:

23/02/2010 às 12:17 (Editar)

  1. 60. Maíra Amelia disse:

23/02/2010 às 13:07 (Editar)

  1. 61. Daniel Wood disse:

23/02/2010 às 13:19 (Editar)

  1. 62. Vinicius Montana disse:

02/03/2010 às 18:07 (Editar)

O maior Grafitti do mundo
A idéia é muito simples. Utilizar o extenso e enorme muro cinzento que separa a raia olimpica da usp da marginal pinheiros como base para umas das maiores intervenções artísticas já realizadas na cidade de são paulo. Através de um coletivo de artistas, cobriríamos toda a extensão do muro com pura arte. Acredito que além de contribuir para a cultura, também serviria como um dos maiores pontos turísticos da cidade de São Paulo, e quem sabe, do mundo.
Twitter: vinimontana

  1. 63. Laura Sobral disse:

02/03/2010 às 22:01 (Editar)

redes urbanas
Que tal muitas redes espalhadas pela cidade? São Paulo precisa de lugares de “estar”, que incentivem a reflexão, a observação. Uma ótima maneira é por uma rede, deitar nela, e deixar-se pensar. Uma área da cidade tomada por redes, nos postes, árvores, orelhões, tudo. é a minha proposta.
Twitter:  http://twitter.com/laurasobral

  1. 64. Alessandra Garcia disse:

02/03/2010 às 19:06 (Editar)

BRAINSTORM INTERVENÇÃO URBANA – http://b2l.me/fvvuR (via @@ideialab)

  1. 65. Claúdia MAzini disse:

03/03/2010 às 0:08 (Editar)

P E S Q U I S A
Olá, meu nome é CLaúdia sou arquiteta e escrevo para algumas revistas especializadas. Gostaria de registrar aqui uma dica. Se vocês querem falar sobre intervenções urbanas vocês precisam conhecer o Biorban e o projeto CUBO, entes de mais nada.

Muito Origado e parabens pela iniciativa. Você já sacaram que Intervenção Urbana é temática da arte contemporânea.
Twitter:

  1. 66. Vinicius Montana disse:

02/03/2010 às 21:09 (Editar)

RT @ideialab: BRAINSTORM INTERVENÇÃO URBANA http://bit.ly/cwkash

  1. 67. Saulo Martin disse:

02/03/2010 às 23:07 (Editar)

http://ideialab.com/brainstorm-ideialab/brainstorm-intervencao-artistica/

  1. 68. #AtivismoDigital disse:

11/03/2010 às 16:47 (Editar)

Que intervenção urbana você faria em SP? http://bit.ly/bEGV2Y #coletivo #brainstorm por @ideialab

  1. 69. Novas da Política disse:

11/03/2010 às 16:47 (Editar)

Que intervenção urbana você faria em SP? http://bit.ly/bEGV2Y #coletivo #brainstorm por @ideialab

  1. 70. celsochad disse:

11/03/2010 às 19:49 (Editar)

RT @leandro_ogalha: Que intervenção urbana você faria em SP?http://bit.ly/bEGV2Y #coletivo #brainstorm

  1. 71. Fabio Nunes disse:

11/03/2010 às 20:16 (Editar)

RT @ativismodigital: Que intervenção urbana você faria em SP? http://bit.ly/bEGV2Y#coletivo #brainstorm por @ideialab

  1. 72. Victor Fujii Yagyu disse:

14/03/2010 às 20:58 (Editar)

Musicalize
Olá,

Vim aqui contribuir também com uma idéia.

Uma característica muito comum das grandes metrópoles é o corre-corre, as pessoas andam cada vez mais ocupadas, e o relógio indica que estamos sempre atrasados. Sem perceber, acabamos virando reféns do tempo e entramos num ritmo automático. Praticamente é como se tomássemos uma dose anestésica que nos tira qualquer sensibilidade para compreender, assimilar e contemplar o que acontece a nossa volta.

A minha sugestão é propor um cenário que consiga atrair pessoas, nem que seja por apenas alguns instantes, um momento de contemplação para o que está acontecendo a sua volta. E para atingir esse objetivo, seria utilizado o conceito da musicalidade. Uma conexão humana milenar, que até hoje cativa e chama a atenção de todos nós. O ritmo, o batuque, a musicalidade está em nosso sangue, somos bichos musicais, sonoros e comunicativos.

O Jornal The Washington Post, criou ano passado uma iniciativa para debater a questão do valor das coisas, dentro do contexto da arte. Tiveram a idéia de inserir um músico tocando violino em plena estação central, e o resultado foi que durante todo o tempo ele foi ignorado. O que as pessoas não sabiam era que o rapaz que tocava o violino era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, e só pra ter uma déia, suas apresentações oficiais chegam a custar em torno de 1000 dolares. Enfim, quis abrir esse parêntese para mostrar que estamos acostumados a dar valor as coisas, somente quando elas estão numa moldura, embrulhadas, sinalizadas, inseridas num contexto. (Link da apresentação de Joshua Bellhttp://www.youtube.com/watch?v=hnOPu0_YWhw)

Portanto, a intervenção urbana seria feita através da musicalidade apresentada na ruas da cidade, com a mobilização social online. E pra isso acontecer, existe um exemplo bem interessante aqui no Brasil chamado Cetix – que nada mais é do que uma cidade mapeada pelos próprios cidadãos, que apresenta o índice de assaltos de cada região, revelando dados, e comentários que orientam as pessoas. Um mecanismo com uma estrutura semi-aberta, que oferece ao usuário cadastrado a possibilidade modificar e ampliar o conteúdo. (http://citix.terra.com.br/)

Então, imagino uma plataforma semelhante ao cetix, mesclado com outras redes sociais, que irão divulgar a iniciativas das intervenções urbanas. Onde as pessoas poderão enviar seus arquivos, e ao mesmo tempo, acompanhar as ações que rolam em outros cantos da cidade. Um espaço que soma pequenas intervenção, que aparentam ser um ato isolado, mas agrupadas com outras pequenas mobilizações, criam um forte movimento, que poderíamos chamar de Musicalize.

As apresentações de rua fascinam tanto que quem passa por elas, como quem assiste depois aos vídeos.
Segue o link com algumas performances que me deram um insight.

http://www.youtube.com/watch?v=qlp8Xwy5mL8
http://www.youtube.com/watch?v=houunWYBHRQ
http://www.youtube.com/watch?v=BeaJLS-cWQc
http://www.youtube.com/watch?v=FBcvBeg7uXY
http://www.youtube.com/watch?v=YZoTQVg4P6c
http://www.youtube.com/watch?v=9vy5xs4JfAQ

Abraços,

Victor Fujii Yagyu.
Twitter:  http://twitter.com/victoryagyu

  1. 73. Diego Gazola disse:

17/03/2010 às 19:15 (Editar)

Consultorias para cidades
Boa tarde, muito interessante a iniciativa, parabéns! Estou empreendendo a MudadeIdeia.com e pesquisando consultorias que executem intervenções porém dentro de um planejamento e articulação com a comunidade. Alguém conhece alguma ativa?Muito obrigado
Twitter:  http://www.twitter.com/diegogazola

  1. 74. Intervenção urbana colaborativa em SP « Intervenções disse:

18/03/2010 às 16:34 (Editar)

[...] ir para as ruas. E para se tornar um projeto verdadeiramente coletivo, abrimos o brainstorm na IdeiaLab Incubadora de Ideias e Inovação para formatar nossa primeira ação de intervenção nas [...]

  1. 75. celsochad disse:

19/03/2010 às 21:33 (Editar)

RT @intervencoes: Resultado do concurso Toddy e Intervenções http://bit.ly/aC9oX5brainstorm ainda está rolando http://bit.ly/bEGV2Y #arte

  1. 76. JuFerrari disse:

21/03/2010 às 3:30 (Editar)

http://migre.me/q4c3 Brainstorm Intervenção Urbana

  1. 77. Bruno Carneiro disse:

22/03/2010 às 14:29 (Editar)

Parada Lixerária
Faltam cestos de lixo nas ruas e cabe a nós resolver esse problema.
Minha sugestão é que todos coloquem cestos de lixo “personalizados” na frente de suas casas, escritórios, condomínios, ou em qualquer lugar que esteja precisando. Aqueles “cestões” onde são colocados os sacos de lixo pretos que são recolhidos pela prefeitura, não são adequados para jogar um papel de bala, caixinhas e bitucas de cigarros, por exemplo, que geralmente acabam indo para o chão, depois para o bueiro e finalmente, nos param por causa das enchentes.
A ideia é usar o recipiente dos lixos como “tela” para qualquer tipo de manifestação artística, desde frases (poéticas, desafiadoras, inteligentes) ou pinturas, ou colagem, ou sticker art, ou grafite, até usando o próprio recipiente como forma de manifestação. Os lixos podem ser enormes (e bonitos!), para todos verem e perceberem a sua importância, ou os cestos de lixo podem ser trabalhados para representar cada elemento da coleta seletiva: um cesto confeccionado com lata, outro com vidro temperado, um com plástico, um com papel (impermeabilizado de alguma forma), um feito com ossos, ou cascas duras, para os elementos orgânicos etc… E de tempos em tempos podemos organizar uma premiação para a ideia mais banaca, o cesto mais legal…
Twitter: brunocarneiro

  1. 78. Marcelo Correa Pedroso disse:

22/03/2010 às 16:54 (Editar)

Praça no Transito
Praça no Transito:

Poderíamos montar uma “Praça” de recreação (Com plantas, grama, árvore e banco) no espaço entre dois carros estacionados.Ou no meio da rua mesmo.

Isso pq hj vivemos no império dos carros e da especulação imobiliária.O Espaço público urbano esta sendo esquecido.Assim como toda a sua proposta de integração entre os cidadãos e espaço para convivência.

As cidades, com seus espaços comuns, estão servindo meramente para a circulação entre castelos privados.Onde ninguém participa efetivamente da construção da cidade em que habita.

Precisamos trazer essa idéia de função social e política dos espaços públicos.

Twitter:

  1. 79. Israel Scussel disse:

28/03/2010 às 23:47 (Editar)

Tá rolando um brainstorm aberto para a primeira Intervenção Urbana do nosso Coletivo. Dê sua ideia! http://bit.ly/bEGV2Y via @ideialab

  1. 80. Israel Scussel Degásperi disse:

29/03/2010 às 11:16 (Editar)

Leitura Social
Poderíamos juntar um grupo para ler trechos de livros em locais publicos de SP. Decidiríamos via internet o dia da semana local e horário e o livro para ser lido. Poderíamos dividir trechos do livros entre os integrantes virtualmente. Assim, as pessoas que se interessarem pode ouvir ou pelo menos ocnhecer livros ao livre em SP. E quem quiser participar na hora, pode ler um trecho do livro também. Tudo devidamente registrado em vídeo e fotografado para ser publicado no youtube, flickr etc… Acho que seria bacana.
Twitter: @idegasperi

  1. 81. RS disse:

29/03/2010 às 11:08 (Editar)

RT @leandro_ogalha: O brainstorm para intervenção urbana vai até esta quarta. Eh só acessar o http://bit.ly/bEGV2Y e incubar sua ideia. …

  1. 82. #AtivismoDigital disse:

29/03/2010 às 11:08 (Editar)

O brainstorm para intervenção urbana vai até esta quarta. Eh só acessar ohttp://bit.ly/bEGV2Y e incubar sua ideia. #coletivo @ideialab

  1. 83. Leandro Ogalha disse:

29/03/2010 às 14:06 (Editar)

O brainstorm para intervenção urbana vai até esta quarta. Eh só acessar ohttp://bit.ly/bEGV2Y e incubar sua ideia. #coletivo @ideialab

  1. 84. Novas da Política disse:

29/03/2010 às 14:08 (Editar)

O brainstorm para intervenção urbana vai até esta quarta. Eh só acessar ohttp://bit.ly/bEGV2Y e incubar sua ideia. #coletivo @ideialab

  1. 85. Raphael Corrêa disse:

29/03/2010 às 14:13 (Editar)

Tá aí… gostei! RT @intervencoes O brainstorm p intervenção urbana vai até quarta. É só acessar o http://bit.ly/bEGV2Y e incubar sua ideia.

  1. 86. Compartilhe Sampa disse:

30/03/2010 às 14:59 (Editar)

[Share] BRAINSTORM INTERVENÇÃO URBANA | Ideia Lab: http://bit.ly/9pyhfz

  1. 87. IdeiaLab disse:

30/04/2010 às 20:20 (Editar)

Resultado do Brainstorm Aberto p/ Intervenção Urbana: O Maior Grafite do Mundo, de @vinimontana. Saiba + em http://bit.ly/bEGV2Y #ideialab

  1. 88. Tboom Interactive disse:

30/04/2010 às 20:21 (Editar)

RT @ideialab: Resultado do Brainstorm Aberto p/ Intervenção Urbana: O Maior Grafite do Mundo, de @vinimontana. Saiba + http://bit.ly/bEGV2Y

  1. 89. #AtivismoDigital disse:

30/04/2010 às 23:21 (Editar)

RT @ideialab: Resultado do Brainstorm Aberto p/ Intervenção Urbana: O Maior Grafite do Mundo, de @vinimontana. Saiba + http://bit.ly/bEGV2Y

  1. 90. Rafael Menoya disse:

30/04/2010 às 23:22 (Editar)

Resultado do Brainstorm Aberto p/ Intervenção Urbana: O Maior Grafite do Mundo, de @vinimontana. http://bit.ly/bEGV2Y #ideialab RT @ideialab

  1. 91. Victor Fujii Yagyu disse:

01/05/2010 às 21:26 (Editar)

RT @ideialab: Resultado do Brainstorm Aberto p/ Intervenção Urbana: O Maior Grafite do Mundo, de @vinimontana. Saiba + em http://bit.ly/bEGV2Y #ideialab






BRAINSTORM MERCADO FONOGRÁFICO (FINALIZADO)

 

 


Sabemos que o mercado fonográfico vive um novo momento. Com a proliferação de MP3 players, downloads e a mudança de hábito de consumir e compartilhar música, muitas bandas e gravadoras já desenvolvem novos formatos de lançamento e venda de álbuns musicais.

Já existem diversos novos caminhos, como bandas que lançam seu albúm por período determinado a preço aberto na web e depois faz o lançamento oficial nas lojas, download remunerado por faixa musical e até distribuição online gratuita para promover as turnês.

Diante de tantas possibilidades, um  selo musical  propõem o desafio para entender como você sugere este novo formato.

Este desafio tem o formato de brainstorm coletivo aberto, onde cada ideia pode ser a evolução e junção de outras ideias já incubadas.

obs:  A participação passa por moderação de “bad words”. A recompensa não se refere ao novo Ipod Shuffle Apple VoiceOver2. Imagem ilustrativa. Cor do player será a disponível pela IdeiaLab. Garantias direto com a fabricante.


FORMATO: BRAINSTORM ABERTO

PERÍODO DO DESAFIO: até  31/08/09

DESAFIO: COLETIVO DE IDEIAS PARA UM NOVO FORMATO DE LANÇAMENTO E VENDA DE MÚSICA.


RECOMPENSA: 1 iPod Shuffle Apple 1GB

Apoio:

IDEIAS INCUBADAS:

37 Comments to “Brainstorm Mercado Fonográfico”

  1. Sugestão para lançamento de Album
    Minha sugestão envolve o não lançar cd no formato fisico, apenas para baixar.

    O serviço que proponho seria no momento em que compra a musica ou usuário ganha direito a acessar conteúdos exlusivos da banda, como videos, fotos de shows, podcasts, entrevistas, sorteio de ingressos e prioridade na compra de ingressos. Os usuários teriam também um canal para mandar mensagem para a banda, como ocorre hoje com a redes sociais, porém o relacionamento seria mais exclusivo com quem compra as faixas.

    As faixas seriam vendidas individual, porque ninguém mais quer comprar CD com quatorze musicas para ouvir apenas uma ou duas.

    Outras informações:

    Não seriam permitidos acessos simultâneos;

    O usuário poderá baixar a musica que comprar/assinar ou ouvir via web (como no caso das rádios);

    Esse conteúdo seria atualizado até o momento em que a banda lançar novo album, a partir dái não será mais atualizado, porém continuará disponível;

    Quando o usário comprar albuns de outros artistas da mesma gravado, a senha poderá ser usada para acessar ambos os conteúdos, pois na página seria disponibilizado todas as músicas compradas por ele;
    Twitter:

  2. Geraldo Franca disse:

    SHORT LIST – TERCEIRO COLOCADO

    FORMATO IDEAL PARA LANÇAR E COMERCIALIZAR UM ALBÚM MUSICAL

    Minha sugestão envolve o não lançar CD no formato físico, apenas para baixar.
    Não sei se é exatamente essa a proposta do site, caso meu texto fuja muito das expectativas ou do padrão, favor desconsidera-lo.

    O serviço que proponho seria no momento em que compra a musica ou usuário ganha direito a acessar conteúdos exclusivos da banda, como vídeos, fotos de shows, podcasts, entrevistas, sorteio de ingressos e prioridade na compra de ingressos. Os usuários teriam também um canal para mandar mensagem para a banda, como ocorre hoje com as redes sociais, porém o relacionamento seria mais exclusivo com quem compra as faixas.

    Segue alguns dados do projeto:

    As faixas seriam vendidas individualmente, porque ninguém mais quer comprar CD com quatorze musicas para ouvir apenas uma ou duas.

    Não seriam permitidos acessos simultâneos;

    O usuário poderá baixar a musica que comprar/assinar ou ouvir via web (como no caso das rádios);

    Esse conteúdo seria atualizado até o momento em que a banda lançar novo álbum, a partir disso não será mais atualizado, porém continuará disponível;

    Quando o usuário comprar álbuns de outros artistas da mesma gravadora, a senha poderá ser usada para acessar ambos os conteúdos, pois na página seria disponibilizado todas as músicas compradas por ele naquela gravadora;

    Parcerias com marcas que envolvem o mundo daquele usuário, poderiam baratear o valor dos downloads. Ex. Com base nos gostos dos usuários, que seriam identificados pelo tipo de musica que consome, poderiam ser oferecidas campanhas e promoções segmentadas. Uma empresa aérea poderia fazer uma promoção que levasse um grupo de fãs para um show bacana dessa banda. Uma marca de refrigerante poderia ser do refrigerante exclusivo consumido nessa viajem, uma empresa de biscoitos patrocinaria a alimentação e por aí vai.

    Dúvidas:

    Mas porque o usuário pagaria por uma musica em troca de acessar conteúdo?

    Porque o serviço deve ser vendido como uma musica legal, um relacionamento com a banda, acesso a coisas que só saíram na mídia e nas redes posteriormente ao disponibilizado para aquele usuário.

    E as pessoas que passarem essas músicas vias P2P?

    Até poderiam, mas quem copiar a musica, não terá o acesso ao conteúdo e ao relacionamento exclusivo com a banda.
    Twitter:

  3. Eduardo disse:

    Ninguém mais compra música, mas todos querem ouvir boa música e novos lançamentos.
    Seria muito bom para o usuário se associar a um site onde pagando uma mensalidade ele poderá baixar músicas, ter acesso a vídeos inéditos e notícias sobre sua banda ou dj preferido.
    Ele pode baixar para seu computador ou para seu celular.
    Somente os assiciados terão acesso aos lançamentos.
    Simples assim é a forma ideal de se lançar e comercializar um albúm musical.
    Twitter: https://twitter.com/razapropaganda

  4. O Grátis e a Mídia de Massa Alternativa
    Música Grátis. Arquivos de MP3, DVD, ou qualquer outra mídia é clonável. Um show não. Libera ora essa! Via torrent, youtube, mySpace, orkut, e em tudo que é mídia social.

    Com isso incentiva-se uma “pirataria legal”.

    Mas além da internet, que tal usar a mídia popular. Olhe para o ponto de ônibus, veja quanta gente parada, apenas esperando. Que desperdício. Quem gosta é o camelô com seu carrinho cheio de CD’s e DVD’s piratas. Por que não utilizá-lo para divulgação de um negócio legal?
    Twitter: cassiooliveira


  5. Pen Drive
    Lançar álbuns em Pen Drive é uma boa solução. Seja pelo baixo custo, sons de carro e de casa já integrados com USB, pelo tamanho etc.
    Twitter:  http://twitter.com/thadeuvilla

  6. Wendell disse:

    Pendrive com músicas no formato MP3.
    Twitter:

  7. Eduardo Mattos Grandelle disse:

    Acredito que atualmente a chave esteja na segmentação. Existem muitos públicos diferentes no mercado com perfis completamente diferentes um do outro. Vemos desde adolescentes/jovens que não querem pagar nada por uma faixa ou álbum a aqueles mais velhos e nostálgicos que sentem falta dos antigos LPs de vinil. No ano passado o mercado de vinil cresceu 87% em relação a 2007, ou seja, a oferta está mínima e a demanda está lá, esperando que alguém volte a vender discos de vinil. Por isso eu respondo a pergunta de vocês com várias respostas que se resumem em uma só. O formato correto são todos os possíveis que reduzam ao máximo os custos fixos e variáveis. Poderiam vender vinis e MP3 com diferentes bitRates, assim como arquivos sem compressão alguma, todos eles com preços de acordo com a diferenciação proposta.
    Twitter:

  8. Alexandre Franzolim disse:

    e-tangível
    Formato semelhante ao .zip ou .rar, mas especial para o álbum, contendo:
    – músicas (configuradas para o iTunes ou outro tocador, como nome da banda, gênero, nome do álbum, da música etc.)
    – capa do CD (que pode ter um formato diferenciado, ja que sera apenas para o computador – como a mesma versão de maneira aplicável como papel de parede na área de trabalho)
    – PDF com as letras das músicas (seria como o encarte, mas adaptado para um documento fechado)
    – extras (videos, fotos etc.)

    O bom é que não gasta plástico e papel ou outros materiais para fazer um álbum palpável, e ainda oferece mais coisas que poderiam não caber em um CD ou em um encarte (como album de fotos, ou outro CD com video da banda).

    O mundo virtual está crescendo e cada ves mais estamos migrando muitas coisas para ele, como musica, foto e video, ate mesmo para compartilhamento pessoal ou sincronização (computador – celular – tocador de MP3 etc)
    Twitter: @afranzolim

  9. Míriam de Souza e Castro disse:

    Downloads das faixas musicais pela internet. A venda seria de edições de luxo, apenas para quem é realmente fã (são só eles que compram CDs originais hoje em dia), com pôsteres, embalagens diferenciadas, fotos autografadas etc. O preço seria superior e a tiragem menor.
    Twitter:  http://www.twitter.com/hey_mika

  10. Leonardo disse:

    SHORT LIST – SEGUNDO COLOCADO

    Album = conceito
    Não é bem uma ideia, é mais uma opinião da qual dá pra tirar algumas ideias.

    Álbuns historicamente são conceitos. São um conjunto de músicas agrupadas por algum critério desenvolvido pelo artista. Geralmente são temáticos e as canções ligadas ao tema do álbum (ou o tema gerado a partir das canções?). Marca uma fase dos artistas, experiências etc.

    Só que os novos consumidores de música não conhece mais essa definição de álbum. São pessoas que nasceram com o mp3, chegaram à musica depois do napster e o único conceito que eles conhecem dos artistas é o visual e a “atitude”. Porque as músicas são misturadas em playlists e a divisão por álbus normalmente se perde na hora de preencher tags (que são bem chatas de preencher).

    Quando o conceito de álbum surgiu a gente só tinha TV, revista e rádio. Mal existiam clipes e os compactos é que reinavam.

    A dica é que o mp3 deve ser visto como um compacto e a “era” corrente como um revival daquela época em que os álbuns eram somente um conjunto de compactos. Álbuns são conceituais, talvez tenham nascido assim devido a uma necessidade de levar o conceito artístico ao público numa era sem internet, sem imagens ao vivo, sem fotografia fácil.

    Não tenho estatísticas em mãos, mas acredito que o mercado de música digital no Brasil seja muito pequeno ainda hoje com essa evoluçao toda desde o Napster.

    Uma ideia que tive e depois, quase simultaneamente foi lançada pelos White Stripes, é o de vender o mp3 em pen drives ou cartoes. Mas isso não dá certo por causa do custo e da quantidade de drives inúteis em uma gaveta teen.

    Acho que a melhor forma de vender um álbum ou uma canção seja através de produtos relacionados ao artista.

    Se a galera do Cachorro Grande usa boinas, façam acordos com um fabricante de boinas para disponibilizar uma senha de uso limitado para download do álbum na internet.

    Se a Pitty usa guitarras Epiphone, é patrocinada pela Nokia, vive com tênis All Star, que seja feito dessa forma com esses produtos.

    Você passa a vincular o conceito, o lifestyle do artista com a música sem precisar de um álbum. Vai estereotipar os fãs para vender musica a eles.

    Também dá pra vender como crédito de celular é vendido. Compra algum produto com um código secreto, usa e baixa. No preço do produto está embutido o álbum/música e tem um certo valor agregado.

    O que não funciona é vender celular com música dentro. Apaguei sem dó o álbum do The Killers que veio com meu aparelho.

    Uma tática muito boa foi a do Radiohead: pague quanto você acha que nosso álbum vale. Mas no Brasil certamente ninguém iria valer nada.

    Talvez se fosse ainda mais fácil comprar musica pela internet, sem cartões de crédito, a ideia iria pra frente.

    Quem sabe vender cartões de créditos iguais aos de celular mas com créditos de internet para compras online nos sites credenciados?

    O moleque vai à banca de jornal, compra crédito de internet de 10 reais, digita o código secreto no site e tem 10 reais para comprar mp3 (ou o que mais quiser) nos sites credenciados.

    Twitter:

  11. Luiza Matielo disse:

    album já gravado em pen drive!
    Twitter:

  12. Adriano disse:

    Bem-me-quer, Mal-me-quer.
    A pessoa compra o álbum inteiro por um valor simbólico e depois de uma semana, tem a opção de pagar apenas pelas músicas que gostou, podendo devolver o resto.
    O álbum seria vendido por inteiro, na forma de pendrives (pelo qual o clente pagaria o valor de custo) ou em arquivos MP3 que tocariam apenas durante 1 semana e depois travariam.
    Após uma semana, a pessoa escolhe quais músicas gostou e paga por elas “devolvendo” o resto que não for de seu agrado.
    Twitter:

  13. Adriano disse:

    Self-service musical
    O grande diferencial deste serviço, seria a criação de lojas/quiosques/máquinas automáticas onde qualquer um pode degustar as músicas dos álbuns gratuitamente e, caso queira, comprar e baixar para o seu MP3 player na hora. Uma espécie de self-service de músicas. Ele apenas conecta o seu MP3 player, paga pela música (cartão ou para o atendente) e passa a sua música para o seu MP3 na hora.

    Twitter:

  14. Adriano disse:

    Pacotes Pré-pagos de Músicas
    O cliente paga um valor fixo mensal e pode baixar qualquer música presente em seu pacote. Os pacotes seriam agrupados por estilos/valores e ainda com a opção de customizar o seu pacote.

    Os estilos são a definição do tipo de música que a pessoa encontraria no pacote (Pop, Rock, MPB, Hits, etc). Uma banda sertaneja não está no pacote de Rock, por exemplo.

    Aqui, entrariam também pacotes personalizados, por exemplo, o Pacote da Rádio XXX, onde teriam as músicas mais tocadas na dita rádio.

    Os estilos seriam divididos também em taxas de preço: bronze, prata, ouro. Bronze estariam apenas as músicas mais famosas dos lançamentos de cada banda e o cliente poderia baixar X músicas por mês, prata teria toda as músicas dos lançamentos e o cliente pode baixar 2X músicas por mês e ouro teriam não só as músicas dos lançamentos atuais, mas também dos passados e o cliente pode baixar 4X músicas por mês.

    Além disso, o cliente tem a opção de personalizar o seu pacote, com as X bandas que quiser, baixando até 3X músicas por mês.

    Twitter:

  15. Fernando Antônio da Silva disse:

    Assinatura
    Minha ideia é ASSINATURA. É o seguinte: no site da gravadora os usuários interessados em artistas, bandas, etc., fariam assinaturas vinculadas ou não a suas bandas e artistas preferidos, com pagamento mensal de 10 reais ou outro pagamento menor, assim que o disco ou discos forem lançados, os assinantes fariam os pedidos, etc.
    Twitter:

  16. diferença
    QUAL FORMATO IDEAL PARA LANÇAR E COMERCIALIZAR UM ALBÚM MUSICAL HOJE?
    1 – o meio musical como todo meio hoje em dia, está saturado e fica difícil se destacar, mas uma coisa é certa: tem que ser pela internet e ser meio louco. o ideal seria fazer um viral (apesar de estar manjado). se a banda for pra público jovem criar um viral da banda tocando através de eletrodomésticos: batedeira, liquidificador, torradeira e outros pra se diferenciarem (nunca vi ninguém fazer assim, mas seria curioso ver não acha?)no final divulga o site que direcionará para os sites de vendas. se for pra um público acima dos 30 talvez seria correto fazer parcerias com as livrarias que também vendem o cd/dvd que distribuissem juntos com os livros um marcador de página divulgando o músico.
    2 – criar um clipe pra soltar na internet no qual a banda ou o músico aparece tocando em filas do cinema, filas de sorveterias, filas de banco, onde se encontra um público seleto no qual os interessados no lançamento se identificariam.
    3 – fazer o lançamento do álbum ao vivo pela internet (fazendo antes sua devida divulgação do site e horário) e um show acústico com chats ao vivo e claro com um link direcionando o público interessado em comprar uma cópia ao devido site de vendas.
    Twitter:

  17. cristiano costa brandao disse:

    a nuvem multimídia
    A inspiração vem da idea -cloud computing .

    Teríamos a nuvemmultimídia – os aprticipantes interessados em estarligados à musica ( produtores , consumidores , empresas do setor , etc…) -disponibilizariam parte de suas criações gratuitamente em ambiente seguro e controlado pelo próprios participantes .

    A empresa tradicional de música -gravadora – preocupari-se em disponibilizar as faixas de seus artistas na nuvem para download e estimularia aos registrados ( fans )a adquirir ” suvenirs ” – a customização do consumidor de música !por exemplo.

    É possível levar o conceito para a criação de quiosques oficiais para participar da nuvem – com poucos toque e , aproveitando que o brasileiro é habituado em manuzear jukeboxes digitais ( vide o sucesso destas máquinas nos subúrbios de grandes cidades ) o , usuário registrado com identificação digital e senha pode baixar suas músicas para seu próprio cd que , obviamente será escaneado para verificação prévia de conteúdo hacker – somente cds virgens!

    Músicos postariam suas músicas na nuvem e seriam hankeados pelos usuários -os mais votados em determidando tempo teriam direitos a contratos provisórios com gravadoras

    produtores teriam direitos de modificar quaisquer músicas na nuvem e disponibilizá-las gratuitamente -e ofertar materiais – suvernirs – criados -seja físico ou digital para compra “casada”.

    Unir – desenvolvedores , hospedagens , músicos , gravadoras , segurança e público interessado com fácilacesso em todo o brasil é possível hoje – agora .
    Twitter:  http://www.twitter.com/conscustomizado

  18. Revista Musical
    O Lançamento de um álbum devia ser como uma pequena revista mesmo, mas não acompanhada de uma mídia gravada e sim, senhas que se auto-invalidam conforme é utilizada, eu sempre achei o encarte a melhor parte do álbum, todos querem ver fotos e a letra inteira com uma fonte razoável e legível, matérias pessoais da banda (algo informal, alguns momentos da vida pessoal etc)
    Twitter:  http://twitter.com/toniolo

  19. Pendrive musical
    um pack contendo um pequeno livreto com as letras das musicas e um pendrive com as músicas do disco, assim o usuário poderá descarregar as músicas onde quizer e usar posteriormente o pendrive para gravar arquivos pessoais
    Twitter:  http://twitter.com/toniolo

  20. Music Card
    como um cartão pré-pago personlizado(visualmente, contendo um número de cartão e senha. O cliente compra o cartão, entra no site, baixa as músicas(com a senha informada ) e ainda posteriormente ele poderá recarregar seu cartão e comprar musicas avulsas da banda. Tambem poderiam existir maquinas(mini estações) nas ruas e shoopings pra vc baixar direto no seu ipod ou derivados.
    Twitter:  http://twitter.com/toniolo

  21. Vinicius Rodolfo Pereira Ferreira disse:

    Formato digital.
    Downloads via internet em vários suportes; computadores, celulares e no futuro também por meio da TV digital com todas suas possibilidades.
    Twitter:  http://twitter.com/viniciusrpf

  22. Fernando Pestana Maneiras disse:

    Em forma de site. Ao vivo 24 horas (com shows e vida dos artistas). Penso que não tem nada melhor. Ao invés de divulgar o album, divulgue o site.
    Twitter:

  23. Emerson Saraiva disse:

    Chip
    Em um chip.

    Um chip com 64 ou 128mb deve sair QUASE DE GRAÇA nos fornecedores e em um destes cabe facilmente um CD com dez ou doze músicas. Pode se criar uma embalagem legal, parecida com as dos chips de celular, inclusive seguindo o padrão dos cartões (tipo cartão de crédito), de onde seja destacado o chip, possibilitando que o “card” seja uma prova da compra do álbum e, quem sabe, ofereça vantagens como descontos em shows do artista ou da gravadora, descontos nas compras de produtos de marcas patrocinadoras etc.

    Um “chip-álbum” permitirá o envio pelo correio com baixíssimo custo (até dentro de uma carta simples ele cabe, como aquelas correspondências em que recebemos cartões de crédito) e pode estar “embalado” por um pequeno encarte, tamanho 1/2 A4, até simulando uma revistinha, com as letras, fotos, entrevista, discografia etc.

    O chip poderá ter um formato exclusivo que não permita ser lido pelos slots normais de leitura de cartões de memória e como produto agregado, a gravadora poderá lançar players personalizados que, não tendo memória interna, também poderão sair bem baratos. Estes players poderão até vir de brinde com alguns álbuns especiais ou coleções e ter capinhas personalizadas, compradas separadamente ou que venham com alguns “chip-álbuns”.

    No fim, obviamente, o chip, caso seja escolhido um formato compatível com outros sistemas, poderá servir para o consumidor armazenar outras informações além do álbum, deixando as músicas originais lá ou após, cansado delas, retirá-las ou apagá-las.
    Twitter:

  24. Fabião disse:

    Formato McFly!
    Twitter:

  25. Glória disse:

    Música livre! E que ganhem todos os lados.
    Penso que o caminho ideal para se lançar e comercializar albúns musicais hoje é o do download gratuíto, mas remunerado. O artista receberiam uma porcentagem do que é ganho com os downloads e o sistema seria alimentado por patrocínio. Por exemplo:
    – Cria-se um site ideal para isso onde são disponibilizadas faixas dos albúns dos artistas. Cada faixa pode ser baixada separadamente para que o download não seja muito demorado.
    Funcionaria como canais abertos de televisão, de graça porque sobrevive dos anúncios comerciais de empresas diversas.
    A partir do momento em que o processo estiver bem divulgado, os anúncios vão aumentar até que se chegue ao ponto da grande rentabilidade para todos os lados envolvidos!
    Twitter:  http://twitter.com/gloriagaia

  26. Desafio Mercado Fonográfico – Brainstorm aberto
    Para a maioria dos consumidores de música a compra é feita muito por impulso, há a compra de um CD em virtude de uma música que em um certo momento diz muito. Acredito que devemos juntar o momento certo com a música ideal. Sugiro que em parques, eventos, shoppings, academias, momento de descontração, paz, alegria das pessoas. Moças e rapazes (promotores) da gravadora irão circular nestes locais enviando convites para baixar determinda música por bluetooth marketing. O conteúdo será baixado para os celulares das pessoas com a possibilidade de somente aúdio, ou também vídeo, acervo da gravadora, etc.
    Twitter: guimasseroni

  27. Idéia nova
    Uma forma diferente seria uma “cesta de músicas” com quantidades e valores específicos gravados em um pendrive (que hoje já é encontrado por preços muito baixos). O interessado faria sua seleção, e receberia o pendrive. Seria um estímulo a mais, pois teria adquiriria um produto junto, e nunca é demais, mesmo sendo de pouca capacidade, todos hoje em dia usam.
    Twitter: twitter.com/blogdocaipira

  28. Imagino os diversos pontos de venda que existem, e nesses locais teriam um equipamento onde estaria armazenado o álbum completo, porém, não precisaria ser vendido o álbum completo, seria estipulado um valor por cada música, assim as pessoas comprariam aquelas que mais interessasse, essas músicas poderiam ser transferidas diretamente para um celular, pendrive, cd, ou qualquer outro tipo de equipamento que comportasse tal arquivo. Além de comprar as músicas, estaria incluído fotos do cantor, de alguns shows, entre outras coisas.
    Esse tipo de venda seria bom, pois nem todas as músicas de um cd são interessantes, geralmente comprasse um cd pagando um absurdo para ouvir 3 ou 4 músicas boas. E sem dizer que reduziria o valor do cd.

    Twitter:  http://twitter.com/instrutorcorel

  29. Glória disse:

    Arte do Álbum, letras e música via internet.
    O melhor formato de vendas de músicas atualmente é mesmo o digital, através da internet.
    O que proponho é a venda não só de um arquivo mp3 na rede, pois isso qualquer um encontra fácil e gratuitamente. O ideal seria a venda de todo um material relacionado à música baixada ou ao álbum, se a pessoa preferir a compra do CD inteiro.
    Esse material seriam vídeos (além de clipes; depoimentos dos artistas; shows ao vivo…); fotos; talvez making off da gravação e a mp3, propriamente dita, que viria com arte do álbum, as letras. Isso poderia ser visualizado inclusive nos IPODs.
    Também penso que deveriam ser mais comuns os downloads de música de graça para quem o faz e remunerado ao artista, por meio de anúncios publicitários.
    Twitter:  http://twitter.com/gloriagaia

  30. Pense fora da caixa, agregue valor.
    Bom, com a popularização de mp3 players realmente o mercado musical ficou abalado, porém não há solução magica, tudo depende do público e também de quão famoso é o artista ou banda.

    A venda de musicas por download é uma opção considerável, por exemplo um amigo meu fundador do site Nosso Hit(www.nossohit.com.br), tem retornos absurdos com a venda de faixas e também com publicidade. Porém isso funciona por um fato simples, a maior parte de seus artistas ainda não passaram pelo “Boom” da carreira, sendo assim, seu trabalho não é encontrado facilmente em compartilhadores, sites para downloads etc. Então esta forma sem dúvida funciona, e muito bem, mas apenas para aqueles que estão iniciando a carreira musical.

    Vimos uma exelente opção, mas, e quando estamos falando de um artista que já é reconhecido? Bom, vamos pegar por exemplo Michael Jackson, com Thriller ele bateu todos os records, certo? Muito bem não estamos mais naquela época, agora temos os MP3 para estragar tudo. Porém se pensarmos “fora da caixa” e analizarmos com cuidado, o que o mp3 disponibiliza? A musica, certo? Muito bem, então temos que agregar algo que não se encontra para download. Ou seja, algo meterial que mostre para o consumidor a importancia de comprar o produto original. Vou usar como exemplo o mercado de games, com a difusão da internet, também está muito ameaçado, então se eu posso comprar por exemplo o game “Resident Evil 5″ para Xbox 360 por R$ 15,00 em uma banca na 25 de março ou simplesmente baixá-lo da internet e gravar em um DVD, por que eu compraria o original? Simples, porque pelo download eu estou limitado ao software e não teria acesso ao resto, veja como um pacote especial pode despertar um consumidor e mostrar a beleza do original: http://www.misterbros.com/produtosdetalhes_prevenda.asp?ProdutoID=13235

    O que concluimos?

    1° Para artistas recentes que não sofreram o “Boom da carreira” vendas por downloads é uma exelente opção.

    2° Para ástros também é simples, não venda apenas músicas, venda um estilo de ser, agregue valor e o mercado prosperará.
    Twitter: _vhugo

  31. Luiz Rocha disse:

    Pen Drive + Material gráfico diferenciado
    Para esse case, acho que a integração já é fato, logo: o cliente final deveria poder comprar um lançamento na loja e ter acesso a um conteúdo ultra-exclusivo no site e, da mesma forma, pagar pela internet para ter esse acesso exclusivo também, com a opção de não querer o material físico no momento (e ter seu desconto) para ficar só navegando no “exclusivo” da banda. Porém, quando bem quisesse,ganharia um mega desconto para receber o material físico em sua casa, pelo correio, sem complicações.
    Detalhe: Para funcionar, o material físico deve ser MUITO interessante. Algo como um box tamanho de vinil, com um Pen Drive com o áudio exclusivo em um berço plástico bacana. Deve incluir farto material gráfico em tamanho LP, formato paginado e grampeado, colorido. Deve vir com adesivos se possível.

    Algo como aqueles discos europeus onde o CD vinha em uma caixa grande do tamanho de LP, 2 ou 3 cm de altura, com material ilustrado farto, e o CD incluso. Sai o CD, entra o pen drive.

    Hoje faz muita falta o material gráfico(para mim e muitos que comentam o mesmo). Não há aquele apego com o material das bandas como antigamente, acredito que justamente pela falta desse “contato visual” com a banda, devido a pobreza artístico que começou a surgir depois do “encolhimento” do material gráfico ilustrado.

    Valeu, abs.
    Twitter:

  32. Jean Carvalho disse:

    Pendrive
    Pendrive, sem dúvida. E fora do formato convencional, ou seja, em forma de bicho, brinquedo, gadget, pulseira, colar, marca da banda, etc.. =P
    Twitter:  http://twitter.com/catengo

  33. mpbox
    uma caixa do tamanho de um dado de mão, q abre ao meio em duas partes, tocando imediatamente à abertura um som alto e poderoso.
    Twitter: lincolnpx

  34. ISABELA CARNEIRO disse:

    BACHAREL EM ADMINISTRAÇÃO COM HAB. EM COMERCIO EXTERIOR
    PERCEBO O MERCADO MUSICAL DESDE O FINAL DA DÉCADA DE 90, PASSANDO PELA LOUCURA DO LOBÃO DE DIZER SAIR DA DITADURA DAS GRAVADORAS, VENDER CD EM BANCA E FECHANDO CONTRATO COM A UNIVERSAL +- 10 ANOS DEPOIS.OUVI MUITOS MÚSICOS DIZEREM Q A INTERNET E MP3 ERA SIM POSITIVO E MELHOR MEIO DE DIVULGAÇÃO DO QUE O Q MUITAS GRAVADORAS OFERECIAM. ´´MELHOR Q A NET SÓ SHOW´´.ESTAMOS REALMENTE NA ERA DA EVOLUÇÃO DO MERCADO MUSICAL. A TENDÊNCIA É MÚSICA DE GRAÇA NOS MAIS VARIADOS SITES COM TODOS OS DIREITOS AUTORAIS PAGOS POR PATROCINADORES DA PÁGINA.LÓGICO! RELATIVAMENTE BARATO,NÃO MAIS CARO DO QUE A MARCA EM HORARIO NOBRE DA TV, RÁDIO E AINDA SE RELACIONANDO COM SEU TARGET ALI: BAIXE SUA MUSICA E LEMBRE-SE DE MIM. CONSOLIDAÇÃO DA MARCA,ASSOCIAÇÃO A LIBERDADE DE ESCOLHA E FACILITADORA DE ACESSO. PENSO Q PODEMOS CHEGAR AO FIM DO JABÁ, SERÁ?
    GOOGLE NÃO COMPROU OS DIREITOS AUTORAIS DA BIBLIOTECA NACIONAL FRANÇA PARA DIGITALIZA-LA, OUI! VOILA! POR QUE ISSO NÃO IRÁ ACONTECER COM A MÚSICA? O QUE VAI BANCAR ISSO SÃO OS PATROCINADORES E OS MILHARES DE ACESSOS AOS CONTEÚDOS.E AINDA OBVIO Q DE ACORDO COM CONTEÚDO PESQUISADO O PUBLICO VAI SENDO DESENHADO. CADA PERFIL UM PREÇO, UM PADRÃO.AS MINHAS IDEIAS , MINHA VISÃO NÃO PARAM POR AQUI, SEI MUITO SOBRE A VISÃO DO ARTISTA E SOU APAIXONADA POR MUSICA. POSSO VER VARIOS LADOS POSITIVOS DESSA RELAÇÃO E O MAIS DIFÍCIL E FAZER A INDUSTRIA FONOGRAFICA PERCEBER Q ATÉ DVD JÁ ESTÁ OBSOLETO, JA ENTRAMOS NA ERA DO BLU RAY. DEIXA O CONSUMIDOR FAZER DOWNLOADS GRATIS E OS TUBARÕES Q PAGUEM A CONTA,PRECISAM DA MÍDIA MESMO, TEM VERBA PRA ISSO.É A REAÇÃO DO MERCADO A PERVERSÃO DO CAPITALISMO. (UMA PITADA DE LACAN)
    Twitter:

  35. Victor Fujii Yagyu disse:

    VENCEDOR DO DESAFIO

    Organismo-musical
    Olá pessoal da IdeiaLabs, adorei a iniciativa do crowdsource. :D
    Vou colaborar aqui também com uma idéia! Tentarei sintetizar, mas primeiro vou ter que fazer uma pequena apresentação do assunto.
    Hoje, ao meu ver, existem perfis distintos para o consumo de musicas.
    Uns viveram na época auge do cd e possuem o hábito de adquirir o produto físico. Outros desde cedo se habituaram ao compartilhamento de arquivos de musicas através da rede, e outros que oscilam entre esses dois perfis, ora ‘baixando’ arquivos, ora consumindo seja em cd (físico) ou pagando por musicas individuais do seu gosto pelo ‘itunes’ por exemplo.
    Acredito muito no poder de redes sociais, afinal, todo ser humano busca, de uma forma ou de outra, estabelecer relações e as redes sócias oferecem um mecanismo próprio de interação com outros usuários. Porém esse serviço de rede social precisa ser gratuita. É necessário primeiro criar relevância e aos poucos ir adquirindo aceitação do público, até essa rede social tornar uma ferramenta enraizada, em que a usuário necessita desse serviço.
    É de extrema importância construir primeiro o tráfego, e depois arquitetar uma forma para reverter esses acessos em receita.
    O autor do livro Calda Longa, Chris Anderson, lançou outro tema bem polêmico. O livro se chama Free, e fala sobre os processos gratuitos no mercado atual, uma quebra de paradigmas, mas que propõem um novo olhar para os negócios.
    No livro cita que a internet nos habituou a cultura do Free, dos acessos livres e gratuitos, por exemplo o Google, que desde sempre disponibiliza uma ferramenta de busca sem custo algum. Mas seu processo de monetização se dá através de outras formas, como: Adsense, Adwords e outros.
    Segue mais ou menos o seguinte raciocínio, as empresas disponibilizam os celulares gratuitamente, mas passam a ganhar nos planos e nos pacotes de minutos para falar.

    Agora sobre a idéia de como resolver o problema eu imagino da seguinte forma.
    1- A criação de uma rede social que os primeiros usuários sejam de bandas conceituadas, para criar e gerar demanda, pois trata-se de formadores de opinião e possuem seu público fiel.

    2- A rede social seria semelhante a um organismo. Pode ser inspirado na interface dohttp://musicovery.com/ .Porém cada usuário seria uma molécula, que aliado a outros usuários iria criar uma célula. E cada usuário molécula pode disponibilizar diariamente sua playlist favorita, por exemplo: das 10 musicas que está ouvindo no momento. Seria interessantíssimo saber o que seu cantor favorito está ouvindo no dia, e descobrir gostos ecléticos e surpreendentes. Sendo possível também descobrir amigos em comum, gostos musicais em comum.

    3- A monetização ocorreria quando o usuário desejasse vender a sua playlist e outros materiais relacionados. Por exemplo: Para um usuário se tornar uma molécula que tem o direito de efetuar vendas, ele precisa pagar uma taxa para rede social por esse serviço exclusivo. Daí esse usuário-artista poderia vender materiais exclusivos, autografado, músicas inéditas, etc.

    4- Um aspecto curioso no relacionamento em grupo é o desejo de conquistar ‘poder’ e ‘respeito’(isso ocorre em qualquer relação de grupo, inclusive nas redes sociais.) Por exemplo. No twitter existem usuários que buscam sempre possuir mais seguidores do que seguidos. No Orkut as comunidades representam pequenos selos que identificam a pessoa. Em jogos de RPG existe hierarquias (categorias) como Level, que define o grau de experiência. Por isso é preciso criar símbolos que representem insígnias para os usuários se diferenciarem. Quem receberia as insígnias seriam os usuários que já compraram produtos de artistas. Quanto o maior a participação, maior é o valor da insígnia.

    Resumindo: A rede social além de integrar e fazer as pessoas se relacionarem, disponibilizaria um e-commerce para os artistas.
    A monetização para rede social seria gerada através de porcentagens nas vendas dos usuários-artistas, e clara, nas mensalidades ou anuidades do serviço.

    Twitter: victoryagyu

BRAINSTORM NAMING (FINALIZADO)

DESAFIO COM MELHOR IDEIA DEFINIDA. CONFIRA AQUI O VENCEDOR

O mercado de cosméticos e beleza é um dos maiores e mais inovadores do mundo. Movimenta muitos investimentos e emprega milhares de pessoas. No Brasil, este mercado também é muito forte. Temos aqui fontes naturais que inspiram o desenvolvimento de produtos feitos para o bem-estar das pessoas.

A empresa que propoem este desafio é uma nova organização, criada por profissionais com muitos anos de mercado e que retornam para lançar uma nova marca.

Seu principal produto serão os perfumes, para homens e mulheres. O formato de comercialização é através de catálogo – modalidade comercial muito difundida por aqui.

Referências:  Natura, Avon, Jequiti, Fator 5.

Permitido até 10 nomes por idéia incubada.

Período do desafio: até 16/08/09

O DESAFIO: A empresa busca um nome de marca que represente a “essência” das pessoas. Revele através de seus produtos o que há de encantador, sedutor e atraente em cada um de nós. Os produtos buscam a elevação da auto-estima, da felicidade e da realização. Têm preferência por nomes curtos, de fácil grafia e leitura, que mantenha boa sonoridade. Não há restrições quanto ao idioma. O target primário são homens e mulheres, de 16 a 26 anos, classes B e C. A comercialização dos produtos será em todo o território nacional.

A RECOMPENSA: Hoje as pessoas estão conectadas a todo momento e não faltam novidades para facilitar suas vida e mantê-las plugadas. As vendas dos netbooks não param de crescer pois atendem esta necessidade. Aparelhos menores, com configuração adequada para navegar no dia-a-dia na web. Esta é a recompensa deste desafio: 1 Netbook Mobo M950 512MB 60GB Webcam 1.3MP 8.9″ – Positivo