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Inovação Aberta
Pioneiro da inovação aberta, Larry Huston, ex-VP de inovação da Procter & Gamble conta como surgiu o modelo de negócio “conectar e desenvolver” e aposta: este será o novo paradigma da área.
Autora: Adriana Salles Gomes
Fonte: HSM Management
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Ser empreendedor é uma ocupação exigente e arriscada, que também pode ser muito ingrata: segundo números oficiais, a maioria das novas empresas fracassa no primeiro ano.
Este artigo, que aproveita a experiência pessoal de um empreendedor envolvido na criação de diversas empresas, afirma que o sucesso de um empreendimento depende de uma boa ideia e a exposição dessa ideia às críticas.
Autora: Kery Susan Smith
Fonte: Revista HSM Management Julho/Agosto 2009
Inovar é um ótimo negócio – Sebrae
O Sebrae sempre foi um grande suporte para o empreendedorismo brasileiro. Hoje existe um trabalho de promoção da inovação voltado para pequenos empresários totalmente gratuito, o “Faça Diferente”. Vale muito acompanhar este projeto e isufruir ao máximo tudo o que é oferecido.
O canal explora diversas ferramentas em redes sociais, mobile marketing e até um jogo de realidade aumentada. Alem dessa estrutura, o conteúdo do blog aborda com detalhes cases de sucesso em inovação e disponibiliza um poscast com programas diários.
Vale muito acessar e acompanhar este projeto.
1 Netbook e 1 Ipod Shuffle para as melhores ideias incubadas aqui na IdeiaLab.
Melhorias no site IdeiaLab
O site IdeiaLab é um projeto em versão beta baseado no formato de inovação aberta e crowdsourcing. Neste sentido, nós contamos com a colaboração permanente dos visitantes e usuários da incubadora, de forma que possamos manter em definitivo este canal de diálogo entre as pessoas e as empresas.
Nesta segunda-feira, dia 29/06/09 tivemos um post sobre o IdeiaLab no site UpdateorDie, onde entre diversos comentários, alguns eram críticas contrutivas a respeito das falhas do site. Como deve ser em todo processo de inovação, nos prontificamos em abrir contato direto com cada uma das pessoas e entender as necessidades existentes para a contínua melhoria do nosso processo. Em menos de 24 horas já resolvemos os seguintes pontos que foram colocados em pauta nos comentários:
1 – O sistema de resposta automática confirmando o cadastro estava com problemas. Já foi solucionado e todos os usuários que incubaram suas ideias já receberam sua confirmação e justificativa do problema.
2 – Foram publicados prazo limite nos desafios. Ou seja, todos terão acesso até quando poderão contribuir com suas ideias e quando terão os resultados publicados. Nossa preocupação em manter a relação transparente é a maior de todas.
3 – Todos os desafios agora têm recompensa.
O Desafio Tboom oferece 1 camiseta da nova coleção da Camiseteria.com e 1 livro e-empreendedor, da editora Campus.
O Desafio Pto de Contato continua com a premiação inicial – 1 semana de uso do espaço Pto de Contato.
O Desafio Mercado Fonográfico substituiu sua contribuição. Agora a melhor ideia tem como recompensa 1 iPod Shuffle Apple 1GB.
A inovação aberta é um formato ainda não difundido no Brasil e que abre espaço para algumas dúvidas e gostaríamos da oportunidade para esclarecer alguns pontos:
Nossa proposta não é comercial. Em nenhum momento a IdeiaLab pretende vender as ideias para as empresas e em troca “remunerar” essas pessoas. Nosso projeto é exclusivamente de crowdsoursing. Promover um canal de diálogo entre as partes, oferecendo espaço para as pessoas que desejam dar suas opiniões e ideias para determinados casos, de livre e espontânea vontade.
Temos muita preocupação em difundir a inovação aberta de forma correta e madura no Brasil. A participação das pessoas no desenvolvimento das empresas deve ter um caráter colaborativo, e não comercial. Isso é muito importante para desenvolver este processo de forma correta.
No entanto, reconhecemos o grande valor das dezenas de ideias incubadas no site nos últimos dias. Sabemos de nossa responsabilidade com as pessoas que acreditam no projeto e contribuem com suas valiosas opiniões. Para isso, estabelecemos uma recompensa para a melhor ideia (neste caso, a melhor ideia se caracteriza como a ideia selecionada pela empresa – este é o único critério de avaliação, levando em consideração viabilidade, investimento e coerência com as políticas internas da empresa patrocinadora, se reservando o direito de aplicar ou não o projeto proposto).
Esta recompensa é uma forma de a empresa e o site IdeiaLab incentivarem a participação das pessoas, mas não considera como pagamento ou premiação pela ideia. Conforme exposto nas condições, a relação é livre e aberta, buscando apenas a opinião dos participantes, de forma que não caracteriza o processo como promoção e nem estabelece vínculos trabalhistas.
Firmamos nosso compromisso com as pessoas e com a inovação, sempre contando com a participação de todos para a evolução do projeto IdeiaLab. Mas antes de tudo, nosso compromisso é com o desenvolvimento da inovação aberta como cultura, o que não está relacionada a retorno financeiro, e sim a participação ativa das pessoas no desenvolvimento das empresas e do próprio país.
Se houver mais dúvidas, faça parte do time de colaboradores do nosso site e mande seu email para incubadora@ideialab.com.
Agradeçemos a oportunidade,
IdeiaLab Incubadora de ideias e inovação
9 regras de disseminação na internet
O Faris Yakob, EVP Chief Technology Strategist da McCann Erickson, deu 9 dicas bem interessantes sobre como criar estratégias de disseminação, em um texto recente na Advertising Age.
Ele, que já foi Digital Ninja da Naked Communications, é um dos maiores pensadores e propagadores do Propagation Planning que, basicamente, quer dizer planejar não para as pessoas que você alcança, mas para aquelas que essas pessoas vão alcançar. Esses pontos, que ele chamou de Regras de Ouro, podem ajudar muito na construção de campanhas que trabalharão meios online para “cair na boca do povo” em 2009.
1 – Atenção é como amizade: não pode ser comprada, somente conquistada.
Não há nada de novo na ideia de utilidade da marca. Porém, ela irá se tornar cada vez mais importante e, francamente, não tem sido feito muito bem até agora – além da Nike, não me lembro de outros exemplos. O grande desafio para 2009 é criar com base nisso. O objetivo para esse ano é sermos úteis. De todos os aplicativos para iPhone construídos nos últimos meses, apenas alguns poucos serão úteis e, portanto, utilizados.
2 – O viral morreu. Viva a disseminação.
Vamos combinar de não usar mais a palavra viral. É uma metáfora que não ajuda em nada e só nos confunde. Viral é uma coisa que acontece, não algo que já existe. Não se faz um “viral”. A metáfora sugere que algo está se propagando sozinho, quando, na verdade, queremos dizer que muitas pessoas optaram por espalhar algo a outras pessoas, por razões próprias. Focar no que são tais razões vai ajudar muito mais.
3 – Remixe, reuse, recicle.
A cultura recombinante é parte da cultura digital, estabelecida pelo “copiar e colar”. Quanto mais coisas, mais há para se remixar, e mais se espalhará – quando você coloca uma parte de si naquilo, você quer que as pessoas vejam. Os remixes do Gorila da Cadbury fizeram do anuncio o mais visto na história da internet. Portanto, não se preocupe com as pessoas dizendo a coisa errada. Deixe-as. Encoraje-as a remixar tudo.
4 – Influencie a rede
Estamos todos conectados – e agora de uma maneira na qual podemos ver. Isso significa que pensar em indivíduos isolados vai ajudar cada vez menos: jogue fora a essas ideias e pense nas redes e nos seus efeitos. Além disso, este ano as pessoas precisarão de ajuda. Marcas que entenderem que estão conectadas espalharão bem estar e abrirão caminho para facilitar a ação coletiva. O projeto 10 to the 100th do Google e o Members Project da Amex colocam o dinheiro das marcas atrás do desejo coletivo de ajudar quantas pessoas for possível.
5 – Seja simpatico ou saia.
As mídias sociais vão se tornar cada vez mais importantes. Elas não vão embora, e vão impactar no seu negócio. A gramática da mídia social é diferente da mídia comercial. As regras de comportamento, as motivações e a etiqueta são todas sociais. Portanto, aprenda a ser simpático ou, então, saia. Pare de pensar como empresa e aja como gente.
6 – Onde quer que você vá, sempre leve junto seus amigos.
A portabilidade de dados é uma ideia de que você deve ser capaz de levar sua identidade como você onde quer que você vá no ambiente online. Sua identidade no Facebook, no Google Friend e seu OpenID – usadas para você entrar nesses sites – estão disputando para ser sua identidade padrão ao logar em outros websites. Seja qual for o que escolher, você será capaz de levar seus amigos com você para onde for na internet. Da mesma forma, unidades publicitárias devem ser capazes de dizer se seus amigos clicaram no link ou compraram o produto em questão. Quando a conexão da CNN e do Facebook uniram forças para transmitir a posse, a mídia antiga e a nova se colidiram, o que nos leva a…
7 – Socialize suas mídias
A mídia sempre foi social. Não apenas no significado literal de conectar pessoas, mas também por ter uma forte tendência a agir como um bem solidário – ou seja, quanto mais pessoas a consomem, mas valiosa ela fica. As pessoas gostam de falar sobre ideias. Portanto, cada vez mais, as antes conhecidas como mídias “não sociais” se tornarão socializadas. Programas de TV como “The Hills” e “Eureka” estabeleceram canais paralelos no Twitter para o público discutir sobre cada episódio em tempo real.
8 – Encontre novas maneiras de ver
O mundo está se afogando em dados. Interações digitais em cada plataforma criam vastos emaranhados de números – e nós precisamos de novas maneiras de ver para dar sentido a eles. Artistas como Jonathan Harris e o grupo de design Stamen estabeleceram um novo parâmetro na agregação e exibição de dados da internet. Marcas como a Fiat estão usando a mesma tecnologia para mostrar a você como dirigir de maneira mais eficiente. Nós veremos muitas outras visualizações este ano.
9 – Aumente sua realidade
Você se lembra de quando surgiu a realidade virtual, e colocávamos aqueles capacetes estranhos para interagir com ambientes cúbicos? A realidade Aumentada é diferente. Ela usa de base o mundo como você vê e constrói em cima, trabalhando dados para lugares do mundo real e objetos que podem ser lidos por computadores e telefones celulares. Espere ver muito mais marcas se aumentando esse ano, e as webcams mostrando modelos 3D que aparecem fora das imagens em uma página, como a Lego fez recentemente.
Via Blog CHMKT
Peter Senge: “Inovar ou morrer”
Este é um post do meu amigo Jorge Carvalho, para o blog da HSM, canal do qual eu também participo. Abaixo, um Ctrl+C, Ctrl+V:
Como já disse no blog da HSM antes, um dos prazeres de trabalhar na HSM é ter a oportunidade de estar perto dos grandes pensadores mundiais. Fiz uma entrevista com um deles, o prof. do MIT Peter Senge que foi o criador do conceito de Learning Organization e que escreveu “A quinta disciplina”. Deixo vocês com uma prévia dessa conversa. Estávamos falando da transformação que a gestão irá sofrer e acabamos tocando no assunto das escolas.
Mas as escolas não evoluem muito…
Não. A escola é uma instituição bastante conservadora por natureza.
No mundo dos negócios, em algum nível, você tem de inovar ou morre. Algumas inovações são burras, como novos instrumentos financeiros.
Mas as escolas gealmente não vivem a pressão para experimentar novas coisas. O que é ironico, pois ninguém está mais aberto para tentar novas coisas do que as crianças. As escolas têm potencial para ser incrivelmente inovadoras, mas continuam a fazer as mesmas coisas por trinta ou quarenta anos. Eles têm esse modelo mental de que escola deve funcionar como na época em que eram crianças. Trata-se de um sistema muito conservador, no sentido de que continuam fazendo as mesmas coisa, somente pela razão de que é a forma como fazem.
O que vemos em todo o mundo são as escolas fracassando. No Brasil muitas crianças não aprendem a ler e escrever. Em outros países como nos Estados Unidos eles aprendem a ler e escrever mas com um nível muito baixo; não estão interessados; não estão envolvidos. As crianças provalvelmente estão aprendendo mais jogando video game.
Há realmente a urgência de começar a criar um espaço para a inovação. Não é o caso de criar um novo modelo: todas as escolas devem ser assim. Isso é o que temos hoje, um modelo fixo, com um professor na frente e 30 alunos que vão da primeira série para segunda série e assim por diante. Esse é o modelo em todo o mundo, criado pela Era Industrial.
Não precisamos de um novo modelo único; precisamos de espaço para a inovação. As crianças são diferentes, então, deveria haver maior variedade de tipos de escolas. Algumas crianças conseguem aprender quietas pois são bons ouvintes. Essas crianças se saem muito bem na escola. Mas há outras crianças que tem de estar se mexendo o tempo todo, não conseguem aprender ouvindo, precisam estar ativas fisicamente. Outras crianças precisam ser envolvidas pela música e pelas artes. As pessoas são realmente diferentes.
Para mim, o sistema ideal de educação seria aquele que oferecesse uma grande variedade de escolas que atendesse a grande variedade de crianças. Esse é o desafio.
As 5 dicas do LinkedIn para campanhas em redes sociais
Em palestra no festival Cannes Lions, seguem os 5 passos para campanhas em redes sociais apresentados pelo Kevin Eyres, um dos diretores do LinkedIn:
1 – Comece por quem está mais perto - seus funcionários. Como eles estão falando do seu trabalho, da sua empresa, das suas ocupações em suas redes sociais? Não se trata de reprimir ou de tomar qualquer medida de patrulhamento, mas de fornecer um guia sobre boas praticas em redes sociais, como faz, por exemplo, a IBM.
2 – Utilize os comentários e opiniões sobre sua empresa e suas marcas nas redes sociais para entender quais opiniões e contextos de interação que elas despertam. Não se trata apenas daqueles que falam diretamente da empresa, mas com quais situações ela aparece associada. Eyres também lembrou o que já sabemos -Pré-visualizar não e mais uma questão da empresa resolver se quer ou não estar presente neste espaço. Seus consumidores já te colocaram La, quer você goste ou não.
3 – Identificados os temas chave, desenvolva estratégias que permitam atingir os consumidores que manifestaram interesse por assuntos relacionados com sua marca, seja através de RP, target advertising ou eventos. A SAP foi bastante ativa neste sentido, identificando mais de 150 mil desenvolvedores de seus programas no site.
4 – Crie valor. Ele mostrou uma campanha da Southwest Airlines (para executivos que viajam muito a negócios) feita a partir de uma pesquisa realizada sobre o tema com usuários do site e os temas relacionados com viagem que eles mencionavam em suas paginas pessoais. A base de 41 milhões de perfis do Linkedin foi segmentada para permitir a Southwest atingir exatamente os heavy-users (dela e dos concorrentes).
5 – Experimente. Mídia social ainda é algo novo, mas é definitivamente “way to go”. Como toda inovação, tem seus riscos. Mas se você ficar esperando, seus concorrentes podem abrir uma distancia na curva de aprendizado que mais a frente vai se revelar fatal.
Via chmkt
Twitter Search: The News Focus Group
Mais um ótimo vídeo do Common Craft explicando de forma simples o Twitter Search. Existem muitas pessoas falando que essa ferramente pode ser considerada um grande Focus Group, pois ela possibilita acompanhar o que estão falando sobre qualquer assunto. Como também existe a opção de assinar o RSS da busca, podemos acompanhar palavras e/ou empresas constantemente.
Via Blog HSM
Lei Eleitoral permitirá blogs, Twitter e YouTube em 2010
Inspirados pela campanha do presidente americano Barack Obama, que no ano passado explorou ao máximo recursos oferecidos pela internet, deputados e senadores devem incluir na Lei Eleitoral que regulamentará o pleito do ano que vem a possibilidade de uso de blogs, Twitter, YouTube e Orkut.
Nas eleições municipais do ano passado, uma resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) limitou a campanha apenas ao site oficial do candidato – que deveria ser retirado do ar após as eleições.
O debate da Lei Eleitoral será retomado hoje pelos líderes partidários na Câmara. A ideia é que seja colocado primeiro em votação o uso da rede mundial de computadores nas campanhas. Em outro momento seriam discutidas questões polêmicas como fidelidade partidária e financiamento de campanha. A proposta deve regular o uso de e-mails e redes sociais na internet pelos candidatos, além de determinar as regras para doações por meio eletrônico.
Uma das medidas em análise é o uso livre de cartão de crédito para ampliar a participação dos cidadãos no financiamento de campanha e diminuir a dependência de empresas, além de combater o caixa 2. Atualmente, não é possível fazer doações a candidatos ou partidos por meio de cartão.
O objetivo dos deputados é evitar que o TSE tenha de editar resoluções para normatizar a disputa, legislando no lugar dos parlamentares, a exemplo do que ocorreu nas eleições de 2006.
Fonte Zero Hora





