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Realidade Aumentada + Google Maps
Muita gente mesmo já trocou as 4 paredes do escritório por uma vida profissional liberta. Um trabalho totalmente mobile, cada dia num lugar diferente, rodeada de gente diferente, dependendo da proximidade geográfica dos compromissos. E como o ambiente de trabalho realmente tem grande influência na qualidade e produtividade. É preciso saber escolher o melhor lugar. Mas isso não vai dar o menor trabalho para quem tiver um iPhone 3Gs e o aplicativo WorkSnug. Ele está chegando para faciliar ainda mais a vida desses guerreiros urbanos, classificando os locais disponíveis sobre vários aspectos importantes. Qualidade da conexão WiFi, nível de ruído, número de tomadas e claro, a qualidade do café que é servido. Tudo isso utilizando realidade aumentada e Google Maps. Por enquanto apenas nos EUA. Mas vale esperar.
Via Go UoD
IdeiaLab no Seminário de Inovação Aberta
Para a maior parte das empresas, a open innovation não é mais uma opção em estratégia de negócios. É uma necessidade para crescer e manter-se competitivo. Como toda mudança de paradigma, a inovação aberta traz novos desafios. Propriedade intelectual, redes de parceiros, estratégia, processos, métricas são algumas das idéias que ocupam a cabeça dos gestores de inovação e dos estudiosos do tema.
Com a presença de diversas lideranças da inovação, a principal participação é do fundador do termo, Henry Chesbrough, Diretor executivo do Center for Open Innovation, da Universidade da Califórnia – Berkeley.
E para trazer em primeira mão tudo de mais atual sobre o tema, dias 22 e 23/10 a IdeiaLab foi convidada para acompanhar e divulgar o Open Innovation Seminar 2009.
Confira a programação completa e acompanhe em tempo real nos tweets de @ideialab
Até lah!
Ciclo Era Digital – Evento

O Ciclo Digital – A sociedade em rede e as transformações do mundo contemporâneo, objetiva reunir os principais estudiosos da Itália, França, Espanha, Canadá e Brasil, para apresentar e debater com profissionais, acadêmicos, pesquisadores, executivos, lideranças sociais e com o público em geral, de forma interativa e acessível, as profundas mudanças pelas quais estamos sendo impactados em conseqüência da difusão das novas tecnologias comunicativas digitais.
A revolução digital está presente na vida de todos nós e completamente incorporada ao nosso cotidiano, possibilitando ações simples como acesso à web para receber e enviar mensagens, movimentar conta bancária; adquirir produtos e serviços, participar de redes de relacionamentos, ouvir rádio e assistir filmes, até o desenvolvimento de complexos sistemas integrados em áreas como medicina, economia, comunicação, ambiental, acadêmica, pública, corporativa entre outras.
Embora tenhamos que enfrentar questões cruciais como a exclusão digital e a desigualdade de acesso às novas tecnologias, é inegável que as transformações em curso possibilitarão novas dimensões aos seres humanos, resultando em arranjos, soluções e interconexões jamais experimentadas.
Essas contradições, desafios e oportunidades, com a riqueza de pontos de vista, dados, tendências e aplicações práticas, serão apresentadas pelos convidados especiais em dinâmicas participativas, que nos auxiliem na busca de caminhos para a construção de uma sociedade mais democrática, inclusiva e sustentável.
Iniciado em agosto, o Ciclo Era Digital – A sociedade em rede e as transformações do mundo contemporâneo, já contou com as presenças de Pierre Lévy (agosto) e Derrick de Kerckhove (setembro). Até o final deste ano o Ciclo irá reunir os principais pensadores internacionais para discutir os desafios, os impactos e as profundas mudanças nos meios de comunicação com empresários, acadêmicos, líderes sociais, ONGs e público geral.
Entre os nomes confirmados para as próximas edições estão Lúcia Santaella, Alberto Abruzzese, Mario Perniola, Michel Maffesoli, nas quais serão abordados temas como filosofias de rede, opinião pública digital, culturas juvenis online, sociedade da informação e futuro digital da democracia.
Desafios como exclusão digital e desigualdade de acesso às novas tecnologias também serão abordadas pelos convidados de modo a apresentar caminhos para a construção de uma sociedade mais democrática, inclusiva e sustentável.
15 e-books essenciais

O blog CHMKT fez uma grande pesquisa e disponibilizou uma lista de e-books para download gratuito. Aqui no blog IdeiaLab disponibilizamos o aplicativo Apture, que oferece a ferramenta de leitura direta, basta passar o mouse no icone do livro ao lado de cada titulo, ou se preferir, clique e faça seu download. Boa leitura!
Em português:
1 – Tudo o que você precisa saber sobre Twitter – Juliano Spyer
2 – Onipresente – Ricardo Cavallini
3 – Cultura Livre – Lawrence Lessig
4 – Redes Sociais na Internet – Raquel Recuero
5 – Guia da Gestão da Reputação Online
Em Inglês:
6 – The Anatomy of Account Planning – Henrik Habberstad
7 – Strategic Planning For The Real World – Nicholine Hayward
8 – The New Rules of Viral Marketing – David Meerman
9 – Let’s Talk: Social Media for Small Business – John Jantsch
10 – Effective Internet Presence – Ted Demopoulos
11 – The Social Web Analytics – Philip Sheldrake
12 – 55 Ways to Have Fun With Google – Philipp Lenssen
13 – Account Planning: The evolution of the discipline in Australia – Rod McCulloch e Ken Butcher
14 – The Art of the Start – Guy Kawasaki
15 – How To Be Creative – Hugh MacLeod
Wagner Brenner (updateordie.com) e o futuro do marketing
Knowledge Circle from Jorge Carvalho on Vimeo.
Apresentações do Digital Age 2.0 2009

360 graus em Video
Uma empresa chamada YellowBird esta inovando o formato de assistir video na web. Ela desenvolveu uma câmera especial que grava vídeos em 360° (no mesmo estilo Google Street View) onde com o cursor do mouse você pode passear pelo vídeo enquanto ele está rolando. A câmera utiliza seis lentes ajustadas de modo a captar cada direção de visualização possível, reforçando o slogan: “See the World like never before”. Confira:
Via Comunicadores
Série Forum Mundial de Marketing HSM: A irracionalidade do comportamento
Parafraseando o futebol, que é definido, por muitos, com uma “caixinha de surpresas”, podemos dizer que a economia comportamental é um “universo de surpresas”.
O comportamento humano, diante das mais variadas situações, mostra como as pessoas são na realidade, com ações e reações impulsivas, emotivas, intuitivas e irracionais. Quando observamos esse tipo de comportamento, é possível criar condições para que surjam importantes insights, que podem ser aplicados nas iniciativas de marketing e vendas.
O mundo e as coisas em volta nos influenciam fortemente, por isso temos sempre que testar, experimentar, seguindo a nossa intuição.
Esse é o resumo do que nos apresentou Dan Ariely em sua palestra no Fórum Mundial de Marketing e Vendas. Um dos palestrantes mais requisitados do momento, Dan Ariely é considerado um dos mais maiores nomes na área de comportamento do consumidor moderno. É professor de Economia Comportamental na Duke University e no MIT Media Lab, e autor do best-seller Previsivelmente irracional: como as situações do dia a dia influenciam as nossas decisões.
Segundo Dan Ariely, somos todos, em nossas decisões do dia-a-dia, impulsionados por intuições. Isso faz com que enxerguemos as coisas de uma forma nem sempre correta, mas de um jeito que acaba se tornando uma “visão institucional”. Com isso, muitas vezes, erramos de maneira repetida e sistemática em determinadas análises e escolhas.
“Somos muito mais fracos do que imaginamos. Sem dúvida, o ambiente influencia bastante as nossas decisões. No geral, as pessoas não sabem o que querem”, salienta Dan Ariely.
Alguns estudos e exemplos demonstram que, quanto mais opções de escolha as pessoas tiverem, mais a decisão é complexa, podendo ser adiada mais facilmente. Por isso, muitas vezes, são feitos bons planos de longo prazo, mas o que importa é o curto prazo. Para Dan Ariely, uma coisa boa agora é bem melhor do que uma coisa boa no futuro. “Não somos projetados para nos preocuparmos com o futuro”, reforça.
Outra questão observada em estudos de casos: as pessoas não conhecem as suas preferências. Uma mesma pergunta, feita de modos diferentes, faz com mudemos as nossas escolhas. Tudo é influenciado pelo que recebemos de informação. Nossa maneira de pensar muda conforme o enunciado da pergunta.
Além disso, conforme Dan Ariely, quando tomamos uma decisão para uma determinada escolha, essa passa a ser sistemática. “A primeira decisão é aleatória. Depois, as decisões sobre o mesmo assunto tornam-se randômicas. Cada decisão tem uma longa corrente de existência. A primeira decisão cria um ponto de referência, durante muito tempo.”
O uso do dinheiro representa uma grande mostra de nosso comportamento intuitivo. Embora o dinheiro seja um bem fungível, as pessoas alocam seu dinheiro em “contas mentais”, transformando-o assim em não fungível. Ou seja, os recursos financeiros são separados conforme categorias, e a sua utilização segue essa lógica. Dessa forma, muitas pessoas têm, ao mesmo tempo, dívidas e poupança.
Já o consumo tem outro funcionamento, pois está atrelado ao prazer. Dan Ariely explica que o consumo de algo que nos é prazeroso não traz a “dor de desembolsar”. Em um restaurante, ao final de uma refeição, nos sentimos melhor se pagamos com cartão de crédito do que quando pagamos com cartão de débito ou, principalmente, com dinheiro.
“Temos tendências irracionais, mas somos cegos a isso. A resposta reside na experimentação. Seguimos nossas intuições, mas a única maneira de se descobrir alguma coisa é testar. Temos sempre que tentar esse direcionamento. Em áreas onde não temos experiência, pode haver muito mais erros”, resume Dan Ariely.
Via HSM . Acompanhe todas as pelastras do Forum Mundial de Marketing
Série Forum Mundial de Marketing HSM: As pessoas estão no poder

A internet chamada de 1.0 era a conexão entre sites, onde a Google estabeleceu sua marca. Surgiu então a internet 2.0, criando conexão entre pessoas e revelando o potencial das redes sociais, a era Facebook. A próxima conexão será a de dados, e quais serão as empresas a frente desta era?
Entender como clientes se comportam na internet, construir um cultura centrada neste comportamento e gerir as métricas para o desenvolvimento dos produtos e da satisfação de compra foi a missão de Andreas Weigend, ex-cientista-chefe da Amazon.com e nosso palestrante sobre marketing e vendas na era dos dados.
Em uma exposição didática sobre redes sociais e sua influência nos negócios, Andreas conseguiu expor todo seu conhecimento sobre o uso da informação dos consumidores para o negócio de qualquer empresa, independente do ramo de atuação ou volume de faturamento.
Não estamos falando exatamente das redes sociais, pois elas são apenas ferramentas, mas da inteligência coletiva aberta. Pessoas estão trocando milhares de informações, incluindo seus desejos e suas opiniões sobre marcas e produtos. Criando além de uma fonte de informação e pesquisa amplamente acessível, um canal aberto e gratuito de comunicação.
Ao longo do tempo, as novas mídias sempre utilizaram de técnicas anteriores para se projetar, como foi o caso da televisão, criando programas baseados em cases do rádio. Mas televisão não é rádio da mesma forma que internet não é TV. Ou seja, as empresas não estão mais no poder quando se fala de suas marcas, pois elas não comandam mais a comunicação milionária através das mídias tradicionais. Num momento em que as pessoas trocam informações livremente, as empresas precisam entender que agora é preciso dialogar, e muitas ferramentas estão disponíveis para isso.
Muito interessante foi o uso do termo C2W – Consumer to World para representar esta nova forma de comunicação. As pessoas produzem o conteúdo e se comunicam com o mundo. Querem saber as opiniões dos outros, se juntam em grupos e muitas vezes falam sobre o que as empresas já deveriam falar, saindo na frente delas.
Este e o novo marketing, muito mais barato e acessível. Canais como o Twitter, o Facebook e o LinkedIn foram amplamente explorados como ferramentas de comunicação para o processo C2W. A exemplo do search no Twitter e você pode saber em tempo real o que estão falando sobre sua marca e até gerar retorno a este usuário, administrando a situação e trazendo a pessoa para um segundo passo, que seria uma relação com foco no conhecimento mais profundo sobre seus hábitos, iniciando todo o processo de fidelização e venda. Tal como o Facebook, com números crescentes a cada dia, se tornou um canal global de comunicação, permitindo a criação de aplicativos para promover produtos, eventos e até pesquisas.
Estamos falando da revolução social dos dados, que não é tecnológica, mas totalmente social. As pessoas têm expectativas, mas você precisa identificá-las, a partir disso, então terão vencido o filtro social e obterão grandes oportunidades de negócios e relacionamento.
Outro termo colocado por Andreas foi o Comércio Social. Na era dos dados, não existem possibilidades de vender de forma automática e fria como sempre foi feito. Agregue emoção e sentimento em seus produtos e processos. Ficou claro que todos podem explorar a revolução social dos dados, mas existem técnicas para isso, e são bem diferentes das usadas até hoje. As pessoas estão no poder, e isso não é uma previsão, é uma realidade.
A IdeiaLab esteve nos dias 18 e 19 de agosto no Forum Mundial de Marketing da HSM, a convite do Blog HSM, de quem somos colaboradores diretos e para quem escrevemos este post. Para acompanhar tudo o que aconteceu no Forum, acesse o blog ou o site HSM Global com cobertura completa.
Perceber as microtendências

Via HSM Online - Por Denis Mello
No último fim de semana, descobri o “Admirável Mundo Novo”, de Mark J. Penn, ao ler seu best-seller “Microtendências”. A base de seus estudos contradiz a previsão de total extinção do livre arbítrio da sociedade massificada descrita pela ficção científica de Aldous Huxley, em 1932.
De acordo com a “versão Penn”, os pequenos grupos de cidadãos tornaram-se poderosos e estão mudando a face da sociedade. “Pensávamos que, à medida que a sociedade de massas aumentasse, seríamos padronizados em rosto e cor. Porém, o que vimos foi que mais individualista ela se tornou”, sentenciou Penn, durante sua visita ao Brasil, em 2008.
As microtendências de Penn apontam para o crescente poder de nichos de consumidores e o fim das megatendências, da massificação de comportamentos e hábitos de consumo, o que muda a face da sociedade, influenciando o mundo dos negócios. “As pequenas forças por trás das grandes mudanças de amanhã”, segundo o especialista em pesquisas de opinião política dos Estados Unidos e CEO mundial da Burson-Marsteller, são originadas pelo surgimento de pequenos grupos sociais que se unem por interesses comuns.
Acredito que os conceitos e pesquisas apresentados por Penn descrevem nossa atual composição social, ou seja, vivemos em uma sociedade segmentada por afinidades. Basta observarmos a internet. Os vários sites disponíveis são verdadeiros “clubes de relacionamento”. Nichos homogêneos que oferecem serviços àqueles que têm afinidade com determinados grupos. Neles, os “segmentos” se identificam e muitas vezes expressam microtendências de comportamentos e necessidades, que, certamente, originam transformações econômicas, políticas e sociais.
E como as empresas podem participar desse real “Admirável Mundo Novo”? Acredito que só há um caminho: fazer a leitura das microtendências que estão ao redor e chegar à frente. Elas, com certeza, sinalizam o caminho da inclusão. No entanto, é importante lembrar que o poder de transformação de algumas já galgou empresas ao sucesso e também levou outras à exclusão.
Para aproveitar as oportunidades apontadas, é preciso percebê-las e avaliar seus potenciais, o que exige tempo para pensar. Neste caso, a ação deve ser substituída pela reflexão. É preciso parar, dedicar um tempo para observar o que acontece ao entorno, pois não há nada melhor para prever o futuro do que entender o presente.
Seria importante que empresários e executivos dedicassem mais tempo para “pensar o mundo”, ou seja, ficar atentos para praticar a observação tranquila e criteriosa de comportamentos e necessidades dos diferentes nichos da sociedade e de seus possíveis reflexos futuros. Essa reflexão deve ser estimulada em toda a equipe de profissionais, sem hierarquia, por meio de um processo plural e democrático que envolva todos os funcionários, independente de cargos e funções.
Por que não dedicar alguns minutos por dia para que cada um pense sobre uma microtendência percebida no caminho para o trabalho, na família, entre os amigos, nos livros, na imprensa, etc.? Por que não conversar sobre essas percepções durante uma reunião mensal, discutindo o impacto para os negócios e como a empresa pode antecipar-se às suas consequências?
Ao adotarmos essa nova forma de analisar as mudanças de mercado, sem dúvida, estaremos nos tornando menos tecnicistas e mais humanos. Ao substituirmos a rapidez desmedida e a reação pela ação, baseada na observação do mundo em que vivemos, seremos mais proativos e nos afastaremos de previsões sombrias, como a de Aldous Huxley e a do psicanalista alemão Erich Fromm, para quem “o perigo do passado era que os homens se tornassem escravos; o perigo do futuro é que os homens se tornem autômatos”.
Young Planners 2009
IdeiaLab no Fórum Empresarial de Guarulhos

Na noite da última quarta-feira, 29 de julho, aconteceu a 13ª edição do Fórum Empresarial de Guarulhos. Desta vez, o objetivo do empresariado foi debater as novas formas de comunicação entre empresa e seu público.
Com o tema “Sem Fronteiras: As inovações na Comunicação”, Rodrigo Barros, presidente do Grupo Segredo do Sucesso, convocou um time de especialistas para debater o assunto. Participaram: Leando Ogalha, fundador do site IdéiaLab, Júlio Cesar Duram, diretor de Concepção e Interface de produtos do provedor Uol e Gil Giardelli, professor do curso de inovação Tecnológica da ESPM.
Assista na íntegra o 13º Fórum Empresarial de Guarulhos no Yahoo! Vídeo
A primeira parte do evento trouxe a palestra de Gil Giardelli, que apontou bons exemplos de pessoas que estão inseridas nas “novas mídias” e que vêm alcançando resultados.
Todos os debatedores defenderam e enfatizaram a importância de ter uma marca na Internet e a força das redes sociais.
“As redes sociais são ferramentas importantes para que as pessoas possam conhecer, reconhecer, retornar contato com velhos amigos ou manter os atuais. Já para as empresas, as redes sociais são a chance das companhias estarem em contato direto com o consumidor e assim criarem relação entre a marca e seu público”, disse o diretor da Uol.
Mais uma vez o evento foi transmitido ao vivo no site do Grupo Segredo do Sucesso. Na noite desta quarta-feira a transmissão em tempo real recebeu mais de cinco mil acessos.
O evento também foi marcado por mais ações inovadoras. Seguidores do Grupo Segredo do Sucesso no Twitter puderam enviar suas perguntas por meio da rede social. As perguntas eram respondidas instantaneamente no evento.
A IdeiaLab agradeçe mais uma vez o espaço para divulgar nosso trabalho.
Festival Internacional de Linguagem Eletrônica em SP

O festival, que comemora seus 10 anos, é o principal responsável por inserir o Brasil no cenário mundial da mídia arte e traz, anualmente, grandes nomes nacionais e internacionais que vêm produzindo e repensando a arte digital.
Entre os artistas desta edição, estão grupos, coletivos e até mesmo acadêmicos, especialistas nesse novo contexto de convergência de linguagens. É o caso, por exemplo, do russo Lev Manovich, referência entre os teóricos da área de novas mídias digitais. Manovich, que já esteve no Brasil em outra edição do FILE, volta ao País para ministrar um workshop sobre “Analítica Cultural”, seu mais novo conceito de análise na área da arquitetura, literatura, fotografia e cinema.
O FILE 2009 será marcado por outro acontecimento de peso. Depois de mais de um ano de pesquisas, um grupo de especialistas transmitirá, pela primeira vez na história, um filme de super alta definição – resolução de, aproximadamente, 8 milhões de pixels – para Brasil, Japão e Estados Unidos simultaneamente. O longa “Enquanto a Noite Não Chega”, dirigido por Beto Souza, foi produzido especialmente no formato 4KT (super alta definição) e aborda como tema central o fim da vida, segundo o livro de Josué Guimarães, de mesmo nome.

Segundo Paula Perissinotto, organizadora do FILE 2009, esta edição do festival terá um conteúdo bastante extenso e diversificado. O Brasil não será representado somente na exibição do primeiro longa 4KT; o País também marca presença entre os artistas que mostrarão seus trabalhos ao longo do evento, como é o caso da Giselle Beilgueman e da Graziele Lautenschlaege.
O FILE, tradicionalmente, chama a atenção dos entusiastas por tecnologia, entretanto, ainda de acordo com a organização, o público que frequenta o festival anualmente é bastante diversificado. “Durante os finais de semana passam pelo evento famílias, artistas, pessoas de todas as idades, além daqueles que procuram inovação e tecnologia de ponta”, explica Paula Perissinotto.
FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (exposição)
Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso (Av. Paulista, 1313 – Metrô Trianon-Masp)
Datas e horários: de 28 de julho a 30 de agosto de 2009 – de terça-feira a sábado, das 10h às 20h, às segundas-feiras, das 11h às 20h, e aos domingos, das 10h às 19h
Entrada franca
Info via Ultimo Segundo
O que são as incubadoras?
As incubadoras de empresas são ambientes que disseminam a cultura empreendedora e fomentam a criação de novas empresas, além de protegerem seu desenvolvimento. Abrigam novos negócios, por tempo limitado, e se destacam pelos vários mecanismos criados para estimular a transformação de resultados de pesquisas, em produtos e serviços. Assim, revertem em atividade econômica os investimentos em pesquisa realizados pela sociedade.
Abrir e manter uma empresa exige uma série de conhecimentos que a maioria dos empreendedores não possui. O resultado aparece nas estatísticas do SEBRAE que mostram que 86% das empresas fecham antes dos dois anos de constituição.
No entanto, poucas pessoas sabem que existem organizações para apoiar o nascimento e o crescimento de pequenos negócios: “as incubadoras de empresas”. Especialmente no Brasil, costumam localizar-se junto às instituições de ensino superior e importantes meios de pesquisas, para que as empresas se beneficiem da proximidade dos laboratórios e dos recursos humanos destas instituições para transformar universitários em donos do próprio negócio.
Nos primeiros anos das empresas, as incubadoras oferecem consultorias, assessorias, diversos serviços e até estrutura física para fortalecer os passos iniciais do empreendimento e preparar empresários e empresas para se consolidar no mercado. É nesse ambiente das incubadoras que pesquisas, projetos e idéias inovadoras saem do papel e se transformam em empresas de sucesso.
Essas vantagens, somadas à sinergia decorrente da própria convivência entre os novos empresários, fazem com que a taxa de mortalidade desses empreendimentos seja minimizada. As incubadoras geram emprego, renda e estimulam, a partir da demonstração do sucesso de suas empresas, uma atividade empreendedora dentro da própria comunidade.
Surgidas inicialmente na Europa e nos Estados Unidos na década de 50, há hoje cerca de 3000 incubadoras de empresas espalhadas pelo mundo, sendo que 800 delas estão instaladas nos Estados Unidos. No Brasil, as incubadoras de empresas começaram a ser criadas em meados da década de 80, alcançando um crescimento substancial nos últimos anos da década de 90
Em levantamento feito pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos e Tecnologias Avançadas – ANPROTEC, as incubadoras encontram-se distribuídas em 23 Estados e no Distrito Federal, juntas oferecem mais de 12.000 empregos diretos, considerando os proprietários e funcionários das empresas, mais as equipes das incubadoras.
Esses números, por si só, são bastante significativos e justificam a importância do processo de incubação de empresas em um país que, como o nosso, convive com altas taxas de desemprego e fechamento precoce de empreendimentos.
Via IEP
IdeiaLab na Revista ResultsON
Trabalho em equipe – Entrevista com Leandro Ogalha from resultson on Vimeo.

A IdeiaLab está na na nova edição da Revista ResultsON Negócios Inteligentes. Para nós é um grande orgulho com tão pouco tempo de existência já ter esta divulgação em veículos especializados e influentes nos nichos que atuamos.
Esta edição da revista fala sobre Negócios digitais e nossa matéria é referente a trabalho em equipe e crowdsourcing. Confira parte dela:
“A linha divisória entre públicos e corporações está cada vez menos clara. A comunicação viral (divulgação feita pelo usuário) é o melhor exemplo disso. De olho nesse tipo de compartilhamento, o empresário Leandro Ogalha criou o IdeiaLab [ideialab.com], uma incubadora online que abre projetos de clientes para opinião de usuários, recolhidas durante os planejamentos dos jobs em questão. “Nosso objetivo é estabelecer uma cultura de diálogo entre pessoas e marcas. Em decorrência do boom das redes sociais, existem muitos caminhos para se abrir”, diz Leandro, que já contabiliza cerca de 100 projetos incubados.”
” Sinergia, redução de custos, aumento de oportunidades… Tudo é muito bonito na teoria. Mas quando se fala em crowdsourcing, como separar o joio do trigo entre o fluxo de colaboradores? Afinal de contas, a abertura traz todo o tipo de ideias e sugestões, tanto para o melhor, quanto para o pior. Por essa razão, para quem pensa em apostar em um modelo como esse, é fundamental instituir um mediador qualificado no meio do processo, que possa selecionar o que é realmente válido no meio da massa de ideias. “Esse modelo funciona melhor com profissionais especializados envolvidos no processo. No nosso caso, filtramos as ideias que chegam aqui e selecionamos o melhor para as empresas, que escolhem novamente o que vale ou não para elas”, completa Leandro.”
Compartilhamento de ideias no mundo 2.0 (Vídeo)
Jeff Howe fala sobre crowdsourcing e explica o princípio do compartilhamento de ideias no mundo 2.0.
Resumo das palestras do ResultsON Day

Os desafios das empresas pontocom
Eu sou louco? Como manter um projeto na web? Renato Fonseca do SEBRAE SP (foto) inicia a palestra incitando a palestra a dizer quais as principais perguntas do empreendedor web. Conteúdo alternativo vale dinheiro? Claro que sim. O Club Penguim citado pela segunda vez na noite mostra que as crianças estão se tornando um grande público. Para ele, como o serviço é pago, isso já educa as crianças a pagarem pela internet no futuro.
“Necessidade existe, o que precisamos é gerar vantagem competitiva” – Renato
Para Renato, não adianta ficar só nas estátisticas, só existe transferência de informação quando existe confiança e reciprocidade, não é só passar informação pela informação, isso faz toda a diferença na hora de gerar um negócio web. O sucesso é usar as ferramentas da rede a favor da sua empresa, isso envolve gerar crowdsourcing favorável ao produto e fazer com que as pessoas comprem o conteúdo que elas mesmas produzem. Ele cita o Innocentive que aceita ideias e depois recompensa em dinheiro e depois a Camiseteria como case brasileiro.
Deve existir modelo negócio?
Por enquanto não existe repertório com o modelo perfeito de negócios para internet, não tem de onde tirar um histórico, por isso a sua capacidade de experimentação é muito maior.
Gestão de projetos colaborativos
Luis Fernando Guggenberger da Vivo, falou sobre como a marca reestruturou sua missão e valores colocando a educação em primeiro lugar. Acreditando que a tecnologia pode estender uma nova possibilidade para as salas de aula e que a interatividade amplia a visão dos alunos, a empresa desembolsou 300 mil reais na realização de testes com redes em diversos espaços, dentre eles tribos da Amazônia, para provar o potencial que existe no projeto.
“Trabalhar na rede é coisa de formiguinha, não é para a massa”- Luis
O público questionou sobre a burocracia do sistema educacional do país e de onde a Vivo importou a ideia. Luis disse que foi uma junção de várias ideias e que eles não pretendem mudar a educação, mas colaborar com a sua melhoria. O projeto foi colocado no Ning aberto para sugestões e colaborações dos usuários e Luis acredita que os números de conectados hoje já é a prova da carência de educação não só no Brasil como no mundo.
Áreas promissoras e impacto das novas tecnologias no mercado digital
Marcelo Coutinho, do IBOPE, palestrou sobre o impacto das novas tecnologias no mercado digital. Citando diversos exemplos sobre como elas são fundamentais para o sucesso do marketing das companhias, Coutinho mostrou trechos da campanha de Obama para a presidência dos EUA (que interligava ações via e-mail, twitter, facebook, myspace e veículos tradicionais, como TV). Também falou da ação para o mais recente filme do Batman – O Cavaleiro das Trevas, que manteve o público ligado no futuro lançamento cerca de um ano antes, com ações que ligaram mais de 10 milhões de pessoas. Para ele, uma mídia não substituirá outra, mas precisam estar todas interligadas.
“Mídia social não é sobre mídia, é sobre social” – Marcelo
Outro exemplo foram as máquinas de refrigerante da Coca-cola, onde além de garrafas personalizadas, a empresa distribuía ringtones para os clientes. Apesar do custo três vezes maior para a produção da máquina, as vendas cresceram 11 vezes além do normal. Ele crê na importância do capital social de uma empresa, colocando-os em três pontos: confiança, comunicação e expertise. Para Marcelo, esse será o jogo do marketing para daqui a 10 anos.
Como construir e posicionar marcas na web
Andréa Cordeiro do Itaú fechou a noite do ResultsON Day falando como posicionar sua marca na web. Segundo ela, a marca digital deve se comportar como o usuário, isso inclui: colaboração, diálogo e compartilhamento. Na internet ela não deve só atrair, precisa engajar e estimular.
Andréa ainda explica que o antigo marketing boca-a-boca é a melhor forma de estimular os negócios, só que a web permite que ele funcione de forma mais ampla. Para ilustrar, ela expôs o case “feito para você” do banco em que várias pessoas brincavam com o logo e slogan de forma divertida e jovem.
“A empresa precisa entrar no jogo, tem que entender que faz parte da construção da marca” – Andréa
Ela ainda comenta que dentre os erros comuns de quem trabalha com internet está acreditar que ela é um fim e não um meio e que é uma ferramenta, por isso pode não agregar valor. Além disso, é preciso conhecer as percepções dos formadores de opinião, entender que você não pode controlar totalmente a situação. Os resultados obtidos pelo Itaú que trabalhou experiência de marca e integrada, ideias coerentes, campanhas para iniciar o buzz, basear compromissos, todos baseados em experiências genuínas, inspiradoras e compartilháveis entre os usuários.
Confira todas as palestras em ResultsON #onday
ResultsON Negócios Digitais (ao vivo) #onday
Hoje vai acontecer no Espaço Gafanhoto o ResultsON Negócios Digitais #onday. Serão abordados temas sobre as melhores ferramentas e estratégias digitais para bombar a sua empresa. Mobile marketing, posicionamento de marcas na web, mídias sociais, modelos de negócios e muito mais. O evento é free! Mas se você não puder comparecer, vamos transmitir ao vivo por aqui o canal justin.tv ( ideialab.com/blog). A tag do evento é #onday. A #ideialab está na edição da revista que será lançada hoje no evento. Vamos mandar nossas impressões via @ideialab.

Principais meios de distribuição de conteúdo na web (chart)

Este chart apresenta quais são os serviços e as redes sociais que os usuários de web preferem para compartilhar conteúdo. Fica reforçada a tendência de o e-mail se tornar obsoleto.
As informações foram divulgadas no Silicon Alley Insider a partir do levantamento realizado pela empresa AddToAny.
Fonte: Blog HSM

