Núcleo de Inteligência Colaborativa
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50 táticas #free para promover sua marca nas mídias sociais

Brasil: Quase 1 celular por habitante

No final do mês de novembro, o Brasil contava com quase 170 milhões de telefones celulares em operação. Segundo o mais recente ranking de telefonia móvel divulgado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) o País ganhou 1.716.879 de novas linhas no mês de novembro, o que soma um total de 169.753.909 celulares em uso.



Considerando as novas linhas telefônicas habilitadas no Brasil entre os meses de janeiro e novembro, o País ganhou, somente em 2009, um total de 19.112.506 novos celulares. Com essa quantidade, o Brasil passa a ter uma média de 88 telefones móveis para cada grupo de 100 habitantes – de acordo com o critério de Teledensidade estabelecido pela Anatel, que mensura a quantidade de celulares para cada grupo de 100 habitantes.

Do total dos telefones móveis em operação no Brasil, 82,34% (o que corresponde a 139.774.792 aparelhos) operam pelo sistema pré-pago enquanto os 17,66% restantes (29.979.117 telefones) funcionam pelo sistema pós-pago.

Operadoras

A participação das operadoras de telefonia no mercado de comunicação não mudou no último mês de novembro. A Vivo segue na liderança do ranking, sendo responsável por 29,57% do total de celulares em uso no Brasil (o que corresponde a mais de 50 milhões de aparelhos). A Claro continua na vice-liderança, detendo 25,42% do mercado, com mais de 43 milhões de linhas em uso. Já a TIM aparece na terceira posição, angariando 23,75% do mercado de telefonia móvel, com mais de 40 milhões de aparelhos habilitados. A Oi manteve-se na quarta posição, com 20,89% de participação e pouco mais de 35 milhões de linhas em uso.

Via M&M online

Novos caminhos para a música

A internet e o conteúdo gerado pelo usuário mudou para sempre a indústria fonográfica. Este tema me interessa bastante, pois certamente é um dos mercados que mais sofreu a mutação promovida pelas novas tecnologias e hábitos de mídia atuais. Ainda assim, os grandes selos insistem em manter a mesma prática comercial (salvo exceções louváveis) de quando os grandes hits, ditados pela própria indústria, eram o centro do consumo musical.

Se você também se interessa pelo tema, em um artigo para a HSM Managementonline, expus minha opinião sobre como as marcas podem  criar novos modelos para o mercado da música. Também vale conferir as ideias do brainstorm aberto sobre o mesmo tema que realizamos aqui na IdeiaLab.

Temos alguns exemplos brasileiros de inovação neste formato para citar, mas a intenção deste post é de levantar a bandeira para novas formas de comunicar os lançamentos. Este vídeo mostra como é possível usar conteúdo, relevância e os novos meios para lançar um artista.

Intervenção com LED´s no edifício mais alto de Dublin (Irlanda) para promover um dos lançamentos musicais da Toolroom Records.

Apresente também (nos comments) outras formas de lançamento e comercialização do mercado fonográfico (existem vários!). Assim, usamos este canal para criar um diálogo sobre os novos caminhos para a música.

Abs!

Domino´s Pizza cria novo cardápio com os consumidores

As vendas no mercado de delivery de pizzas caiu 6% este ano nos Estados Unidos. As preferências alimentares estão mudando em decorrência da preocupação com a saúde, além de outros fatores, fizeram com que a Rede Domino´s Pizza reformulasse todo seu cardápio com a ajuda dos consumidores.
“O melhor defesa é o ataque”, diz Russell Weiner, diretor de marketing na Domino’s, que tem vendas globais de US $ 5,5 bilhões.
Segundo a empresa, é muito arriscado repensar seus produtos de uma vez. Por isso, utilizaram formas de ouvir os gostos dos clientes e durante meses testaram as diversas inovações nas receitas. O novo cardápio está para ser apresentado nas próximas semanas.

As vendas no mercado de delivery de pizzas caiu 6% este ano nos Estados Unidos. As preferências alimentares estão mudando em decorrência da preocupação com a saúde, além de outros fatores, fizeram com que a Rede Domino´s Pizza americana reformulasse todo seu cardápio com a ajuda dos consumidores.

“O melhor defesa é o ataque”, diz Russell Weiner, diretor de marketing na Domino’s, que tem vendas globais de US $ 5,5 bilhões.

Segundo a empresa, é muito arriscado repensar seus produtos de uma vez. Por isso, utilizaram formas de integrar os clientes no processo e durante meses testaram as diversas inovações nas receitas. O novo cardápio está para ser apresentado nas próximas semanas.

Motivos para abrir, ou não abrir uma startup

A última edição da Revista ResultsOn dedicada às startups inovadoras. Então perguntaram quais seriam os motivos que levam pessoas a construir algo do nada, baseadas apenas na percepção de uma boa ideia. Para tentar responder a essa questão, conversaram com empreendedores de diferentes perfis (alguns deles na nossa lista dos 49 mais inovadores), e eu, Leandro, fui convidado para esta lista (honra!).

Mas nem tudo são flores, então nada mais justo do que perguntar para os mesmos entrevistados quais são as dificuldades encontradas na hora de transformar sonhos em negócios. Confira as razões para continuar no seu emprego enquanto aguarda o empreendedorismo chegar no ponto certo.

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Leandro Ogalha – IdeiaLab

Motivos para abrir uma startup: 
“Para mim, existe um motivo que se destaca na hora de abrir uma startup – resumido na expressão ‘faça diferente!’. Observar este novo mundo e tudo o que ele traz de possibilidade para novos negócios é o que me deixa motivado a acordar cedo numa segunda-feira cinzenta. Além disso, o Brasil é um país que está se estruturando para entrar na lista de potências econômicas nas próximas décadas. Esse é o melhor cenário para sair na frente!”

Motivos para NÃO abrir uma startup:

“Se você não possui um talento natural para o negócio em que está apostando. Eu sempre quis ser artista plástico, mas não possuo tal habilidade. Prefiro ficar do outro lado, apreciando as obras.”

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Gabriel Pereira – Freela

Motivos para abrir uma startup:

“Aprendizado. Como os desafios são diários, há uma constante busca por soluções e resultados. Com tentativas e erros (seus e dos outros), ganha-se a oportunidade de aprender bastante sobre administração e pessoas, mais do que em qualquer faculdade ou grande empresa quando você está inserido em apenas parte dos processos.”

Motivos para NÃO abrir uma startup:

“Falta de determinação. Quase todos nós temos boas ideias. Mas existe uma grande diferença entre o pensamento e a realização. Isso leva tempo, e é mais caro e muito mais difícil do que parece no início. Medo ou insegurança são inerentes à vida do empreendedor.”

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Fernanda Nudelman – Pto de Contato

Motivos para abrir uma startup:
“Ser dono do próprio nariz. Acreditar nas suas próprias ideias. Atrair um monte de gente bacana pro seu networking.”

Motivos para NÃO abrir uma startup:

“Sua família, amigos e bichos de estimação, que vão sentir falta de você por um bom tempo.”

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Fábio Seixas – Camiseteria

Motivos para abrir uma startup:

“Fama. Queira ou não, se você montar uma empresa que seja superinovadora, a mídia vai querer falar a toda hora sobre você e suas ideias. A fama virá de qualquer forma.”

Motivos para NÃO abrir uma startup:

“Se montanha-russa não é o seu brinquedo favorito no parque de diversões. Empreender é estar 100% do tempo entre altos e baixos. Tem momentos que são legais e dão um friozinho na barriga gostoso. Em outros, você está quase colocando suas vísceras pra fora de tanto medo.”

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Marcelo Melo – Virgília

Motivos para abrir uma startup:
“Se as suas soluções são melhores que as regras de decisão da empresa onde você trabalha. Ou apenas se você tem mais colhões que seu chefe e o chefe dele.”

Motivos para NÃO abrir uma startup:

“Se você tem pânico de ver a conta no vermelho, sem nenhuma melhoria em um horizonte próximo. Ou se você prefere sempre ter alguém lhe dizendo o que fazer.”

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Karina Rehavia e Roberto Andrade – Ninui

Motivos para abrir uma startup:
“Criar e operar uma empresa com um modelo de negócio no qual você acredita, onde você possa executar na prática todo o potencial individual de criatividade, planejamento e visão estratégica como forma de realização profissional. Permite a você atuar de fato para a melhoria da qualidade de vida das pessoas, ajudando na construção de novos processos econômicos e sociais.”

Motivos para NÃO abrir uma startup:

“Se você não tem certeza absoluta da qualidade da sua ideia. Ou seja, se você não acredita no seu projeto 100%, não abra uma startup. Nesse caso, não se proponha a vender o seu carro e investir o dinheiro na empresa. O retorno financeiro nunca é o planejado. Quem não estiver preparado para encarar essa realidade deve ficar de fora.”

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Renato Fonseca – Sebrae

Motivos para abrir uma startup:
“Se existir consciência da potencialidade do mercado consumidor em relação à inovação proposta. Nesse caso, o empreendedor combina seu desejo intrínseco de realizar um empreendimento inovador com informações técnicas e de mercado sobre o empreendimento. Isso está atrelado a uma rede de conexões, inclusive de investidores, que fornece a ele vivências, energia e subsídios técnicos para elaboração do projeto.”

Motivos para NÃO abrir uma startup:

“Quando não existe compreensão das potencialidades do futuro empreendimento e o desejo está mais no campo emocional, na vontade de realizar uma aventura. O risco de não dar certo é bastante elevado. Ou seja, é preciso existir uma predisposição ao risco e às incertezas.”

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André Fernandes – Samba Internet

Motivos para abrir uma startup:
“Abrir uma startup é entrar em uma grande competição, mais complexa do que qualquer outra. As razões para aceitar o desafio devem ser baseadas em uma análise criteriosa de suas chances.Se você se sente seguro e acredita que pode ser um campeão, acho que só resta ir em frente.”

Motivos para NÃO abrir uma startup:

“A maior razão para não abrir uma startup é a falta de capital suficiente. As necessidades de investimento ao longo de um projeto são inesperadamente altas. Tudo acaba demorando e custando o dobro. Acredito que há muito sensacionalismo em torno do assunto, o que deve gerar tremendas dores de cabeça para os despreparados, que acabam perdendo dinheiro e tempo em grandes ilusões. É preciso experiência para diferenciar o sonho da alucinação. Além disso, se você gosta de fazer tudo sozinho, desista. Empreendedorismo não vem apenas da mente iluminada de um gênio, mas de um grupo bastante heterogêneo de pessoas.”

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Johnny Ken – Kingo Labs

Motivos para abrir uma startup:
“Muitas vezes as boas ideias passam e a gente não dá o devido valor para elas. Se a sua for viável, tanto na hora de executar quanto na hora de recuperar o investimento, aí está um ótimo motivo para arriscar!”

Motivos para NÃO abrir uma startup:

“Apesar de parecer clichê, nem todo mundo possui as características de um empreendedor. Eu adorava trabalhar e receber o cheque no final do mês. Talvez ficasse assim pelo resto da vida se não tivesse surgido uma oportunidade.”

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Tiago Baeta – iMasters e Empreendedor Inovador do Ano

Motivos para abrir uma startup:
“PAIXÃO. É preciso ser completamente apaixonado por um ideal e fazer daquilo todos os seus objetivos durante um determinado tempo, ou durante a vida inteira. Dinheiro, sucesso, nada disso justifica. Só mesmo paixão para poder suportar toda a pressão inicial. COMPAIXÃO. É importante conhecer a necessidade do próximo, ou até mesmo a sua, e desejar inovar para mudar a vida dessas pessoas.”

Motivos para NÃO abrir uma startup:

“TEMPO. Se você é daqueles que adora seu final de semana, faz questão de suas férias e tem atividades de lazer à noite (o que é mais que normal), você não deve abrir uma startup. SÓCIO. Sou completamente contra sócios. Creio que existem várias formas de união de pessoas com objetivos em comum. A sociedade talvez seja a mais problemática delas. Você levará o sócio, seus problemas, sua família, sua paixões, tudo com você.”

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Marcos Hashimoto – Insper

Motivos para abrir uma startup:
“O Brasil é um dos países em que a economia é mais efervescente, dinâmica e favorável às novas oportunidades. O povo brasileiro tem uma das características empreendedoras mais raras que existem, que é a sua capacidade de inovar, se adaptar rapidamente às circunstâncias e lidar com recursos escassos de forma criativa. Ele pode ser bem-sucedido em qualquer ambiente.”

Motivos para NÃO abrir uma startup:

“A carga tributária brasileira é uma das maiores do mundo. Aqui se gasta até duas vezes o lucro líquido em impostos. A burocracia também é uma das piores do mundo. No Brasil, o empreendedor leva 2,6 mil horas por ano para atender a todas as exigências legais (contra 107 horas nos EUA e 424 horas no Peru). São 152 dias para se formalizar uma nova empresa.”

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Gustavo Viberti – Cadê?

Motivos para abrir uma startup:
“Se um dia você perceber que no seu emprego você está trabalhando à beça, estressado, o futuro é incerto e seu chefe é insuportável. Uma situação bastante comum, não é? Abrir uma startup provavelmente significará mais trabalho ainda, estresse maior, e o futuro se tornará muito mais incerto. Mas pelo menos você se livra do seu chefe.”

Motivos para NÃO abrir uma startup:

“Individualismo e despreparo. Um novo empreendimento precisa da reunião de vários talentos para alcançar o sucesso. É necessária uma capacidade gerencial e talento comercial mínimos, além de saber recrutar(uma startup não pode se dar ao luxo de contratar mal seus funcionários). Como poucos reúnem todas essas características ao mesmo tempo, é necessário se associar com aqueles que nos complementam. Nãoo abra a sua startup até encontrar essas pessoas.”

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Marco Perlman – Digipix

Motivos para abrir uma startup:
“Pelo prazer de fazer. Planejar e executar. Errar, aprender, corrigir e refazer. Enxergar a evolução. Cercar-se de pessoas que façam também, para que a empresa possa ser maior que o empreendedor. Sonhar uma vida e viver um sonho ao mesmo tempo.”

Motivos para NÃO abrir uma startup:

“Se você não gosta de sentir emoções opostas, melhor nem tentar. Empreender é viver opostos quase simultaneamente. Não é um destino, mas um caminho. Um caminho quase sempre tortuoso, que nem todos se dispõem a enfrentar.”

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Luana Pontes – Cherry Plus

Motivos para abrir uma startup:
“Ter um sonho, acreditar nele e ter a capacidade de realizá-lo.”

Motivos para NÃO abrir uma startup:

“Tudo na vida tem os dois lados. E, com o lado prazeroso de uma startup, também vêm os riscos, as dificuldades e o desafio de ter que se reinventar com recursos financeiros limitados. Se essa não é a sua praia, não se culpe.”

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Rodrigo Prior – Social Branding LA

Motivos para abrir uma startup:
“Imagine como seria legal se, daqui a 50 ou 100 anos, pessoas adotassem determinados comportamentos que se tornaram possíveis a partir de algo que você criou. Isso beira a imortalidade. A vontade de idealizar e criar algo que faça parte da vida das pessoas, transformando-as de alguma forma ou simplesmente se tornando um novo hábito.”

Motivos para NÃO abrir uma startup:

“Se você pretende ficar rico. Estatisticamente, é muito mais fácil uma startup não chegar a lugar nenhum e deixar seus sócios e idealizadores financeiramente ‘quebrados’ do que deixá-los milionários. O turnover e os frutos financeiros são precedidos de muita paciência. Se o único fator de motivação for o dinheiro, certamente é hora de voltar para o campo das ideias e repensar.”

Confira as fotos do ResultsOn Day – Ovelhas Negras


Aplicativo mobile de realidade aumentada + twitter

Agora você pode descobrir de onde seus amigos estão tuitando. É a tecnologia aproximando as pessoas através da realidade aumentada utilizada num aplicativo mobile para IPhone.

O Augmented Reality Twitter não é novidade para a App Store, mas o seu serviço de geolocalização oficial é tem apenas algumas semanas de idade. O Twitter 360 é o primeiro aplicativo Twitter com realidade aumentada para suportar a API oficial.
Anteriormente, a única maneira de pegar dados de localização do Twitter cruzar com os perfis de usuário ou através de algum tipo de serviço geodata agregado, com a qual os usuários do Twitter podem carregar suas posições atuais como Tweets individual. Agora que o Twitter permite que você incorpore a sua localização em cada tweet sem ocupar todos os caracteres, as coisas são diferentes. Me parece bem interessante. Via

O Augmented Reality Twitter não é novidade para a App Store, mas o seu serviço de geolocalização oficial  tem apenas algumas semanas de idade. O Twitter 360 é o primeiro aplicativo Twitter com realidade aumentada para suportar a API oficial.

Anteriormente, a única maneira de pegar dados de localização do Twitter era cruzar com os perfis de usuário ou através de algum tipo de serviço geodata agregado, com a qual os usuários do Twitter podem carregar suas posições atuais como Tweets individual. Agora que o Twitter permite que você incorpore a sua localização em cada tweet sem ocupar todos os caracteres, as coisas são diferentes. Me parece bem interessante. Via. Dica de @iperelmuter

Mentionmap

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Mentionmap é mais um dos diversos aplicativos web para explorar sua rede Twitter. Interessante é que você pode analisar com base nas menções, quais pessoas interagem mais e que eles estão falando, com quem estão se conectando, quais tags usando etc. Destaque para as linhas conectoras e que se tornam mais espessas se os usuários falaram uns sobre os outros com mais freqüência, além de informar a quantidade de tweets entre eles.

Dica de @menoya

O futuro da revista impressa

Leia matéria completa em Wired

Conferência do Grupo de Planejamento 2009

“Um evento que não fala de comunicação, mas de estratégia de negócio.” É assim que Ulisses Zamboni, diretor de planejamento da Santa ClaraNitro e presidente do Grupo de Planejamento de São Paulo, definiu a Conferência de Planejamento 2009. Realizado nesta segunda-feira, 30, reuniu 600 participantes e contou com palestrantes de agências, clientes e até empresas de Recursos Humanos.

A empresária Roberta Rivelino, da consultoria de head hunter The Talent Business, fez uma análise de como é vista a profissão dos planejadores hoje em todo o mundo e destacou: “No Brasil, as pessoas comem etapas. Na Europa, um profissional precisa ter bagagem de 20 anos para chegar a VP de Planejamento”. Segundo ela, em países como os Estados Unidos, o profissional da área já é tão bem-remunerado como o de criação.

Já Leonardo Ganem, presidente da gravadora Som Livre, mostrou como a empresa se posicionou para sobreviver em um ambiente ameaçado primeiro pela pirataria física e depois pela digital. “Notamos que ainda há coisas para fazer no mercado de CDs e DVDs começamos a tentar extrair mais valor dele”, disse. Entre outras frentes, a Som Livre investiu em voltar a trabalhar a música brasileira no exterior, em retomar a contratação de artistas próprios e em investir em nichos ainda pouco atacados pelo mercado ilegal, como o infantil e o religioso. “Piratear não é crime, mas é pecado”, brincou.

Em sua apresentação, Flavia da Justa, diretora de marketing da Oi, mostrou o case da empresa e disse que a marca ainda está em construção, pois tem só sete anos, e que a fórmula para se diferenciar de concorrentes que “têm muito mais dinheiro” é criar valor. Ela contou ainda que a empresa quase nunca faz filme institucional. “A gente acredita que ele não entrega nada para o consumidor.” Flavia detalhou também como a operadora conseguiu se apropriar do tema da liberdade, ao fazer campanha para o desbloqueio dos celulares.

Na segunda parte do evento, uma das apresentações mais disputadas foi do Head de Planejamento da JWT, KenFujioka. Ele destacou que a área de planejamento vale mais dentro de uma agência quando faz diferença no processo criativo. “O planejamento é uma disciplina de valor agregado. É preciso que os planejadores se envolvam mais com o produto final”, disse. A relação entre criativos e planejadores ainda é vista com ceticismo por parte da área de criação, na sua opinião. “A co-criatividade ainda é uma falácia. Podemos trazer os criativos para participar mais da estratégia”, desafiou.

Para encerrar, Brad Kay, presidente da SS+K de Nova York, abordou a questão das forças sociais que formatam e determinam o comportamento humano. A agência foi responsável pelas ações voltadas para jovens na campanha do presidente Obama. “É necessário identificar estas forças sociais, que não são tendências, pois são mais persistentes e não-transitórias, buscando na internet, pesquisando e coletando dados. Depois, a mente dos planejadores deve ligar suas marcas àquela força, com formas inesperadas para ampliar a mensagem”, destacou. E finalizou: “depois, é necessário transformar a força social em resultados e repetir tudo de novo, aprendendo com seus erros, cases e exemplos”

Leia matéria completa em (Via) M&M online

Mapa das sensações de sp

A SPTuris acaba de lançar o “Mapa das Sensações” da capital paulista. Projeto que indica 100 pontos turísticos e quais dos cinco sentidos eles estimulam naqueles que os visitam. A pesquisa começou com a indicação de 2,5 mil pessoas, entre visitantes e moradores, que apontaram em um site mais de 300 pontos na cidade. Foram selecionados os 100 mais citados. O Parque do Ibirapuera foi o segundo mais indicado. Na sequência a Sala São Paulo, o Teatro Municipal e Museu da Língua Portuguesa.

mapasensações

O projeto ainda conta com uma versão em áudio, para deficientes visuais, onde é possível ouvir os sons de cada um dos lugares indicados. A ideia é criar um guia para turistas e munícipes conhecerem melhor e explorar de forma diferente cada ponto da cidade. O material também terá versão impressa, que será distribuída em hoteis e táxis.

Tendências de consumo e comunicação para 2010

McDonald’s The Social Consumer

Administração pública colaborativa

Recentemente aconteceu o  TechCrunch50,  evento onde 50 startups são apresentadas a potenciais investidores. Uma das empresas, a CitySourced, apresentou sua proposta, que pretende ter os cidadãos como participantes da gestão pública (vídeo acima). Interessante assistir para entender como no futuro próximo as novas mídias e tecnologias vão abrir os canais para a administração pública colaborativa.

Decisões públicas na web

Vote na web é um projeto lançado no evento TEDxSP. Uma iniciativa ancorada na web onde você pode ver e votar nas mesmas leis que os nossos representantes na Câmara e no Senado votam e ver a comparação da sua resposta com o resultado da votação dos políticos.

Pode também acompanhar o representante em quem votou e, pode ainda, pautado em suas respostas, ver o seu grau de afinidade com os políticos, conhecendo – a partir deste ranking personalizado de afinidade – novos candidatos para votar numa próxima eleição; gente que pensa mais próximo daquilo que você pensa e poderia melhor representá-lo. Uma ferramenta incrível para favorecer um voto mais consciente e realmente capaz de representar os interesses de cada um.

Por Paula Rizzo e Raquel Costa, via UoD

6 tendências em Mídias sociais

Já se sabe que as mídias sociais vieram para ficar: em 2009 seu crescimento foi espantoso. De acordo com o Nielsen Online, do NNGroup, o Twitter cresceu 1,382% no período de um ano, o equivalente a 7 milhões de visitantes únicos somente nos EUA. No ano que vem, as mídias sociais devem ficar ainda mais populares.

O colunista da Business Week, David Armano, apontou seis tendências para mídias sociais em 2010:

1. Mídias sociais começarão a parecer menos sociais: Com grupos, listas e nichos se tornando cada vez mais populares, as redes podem começar a tornar-se mais “exclusivas”. Nem todos conseguem acompanhar todas as informações veiculadas nas suas redes de relacionamento, o que acaba criando muito “ruído” na comunicação. É provável que as pessoas passem a filtrar essa desordem para obter valor das informações provenientes das redes.

2. Avanço nas empresas: Ainda há poucas corporações investindo em relacionamento com o cliente em redes sociais. Empresas como Best Buy já deslocaram centenas de funcionários para prestar apoio aos seus clientes pelo Twitter. Este é um sinal de que, no próximo ano, as empresas voltarão mais seus olhares para descobrir as economias ou servir os clientes de forma mais eficaz através de alavancagem de tecnologias sociais.

3. Negócios sociais se tornarão um assunto sério: Os participantes dos chamados “social business” são incentivados a participar e recompensados conforme seu nível de envolvimento e atuação. Como os participantes da sua rede não tem vinculo com sua empresa, eles podem facilmente abandonar sua rede e ir para concorrência. Nesse caso, a alternativa é procurar formas de incentivar a atividade dentro das redes internas e externas, de forma a mantê-las pelo maior tempo possível;

4. Sua empresa terá uma política de comunicação social: Se a empresa onde você trabalha ainda não tem uma política de comunicação social em vigor, com regras específicas de participação em várias redes, é bastante provável que no próximo ano você receba um documento que formalize a maneira como a sua empresa atuará nessas mídias sociais;

5. Mobilidade torna-se a salvação para as mídias sociais: Com cerca de 70% das organizações proibindo o uso de redes sociais e, simultaneamente, as vendas de smartphones em ascensão, é provável que os trabalhadores procurem alimentar seus “vícios” pela interação por meio de seus dispositivos móveis. Como resultado, podemos ver mais melhorias nas versões móveis de nossa droga social favorita;

6. Compartilhar não significa mais mandar e-mails: O jornal New York Times desenvolveu um aplicativo para i-Phone que adiciona a funcionalidade de partilha. Isso permite ao usuário facilmente transmitir um artigo por meio de redes como o Facebook e o Twitter. Muitos sites já suportam esta funcionalidade, mas é provável que ela se torne realmente popular nesse próximo ano, quando as pessoas passarão a compartilhar com seus contatos na rede social aquilo que costumavam enviar para listas de e-mail.

Por Marcelo Bastos no Blog da HSM, com informações da Business Week

Direto de HSM Online

The EyeWriter

Graffiti Research Lab é conhecido por suas inovações tecnologicas aplicadas em manifestações artistas, mas dessa vez eles desenvolveram uma ferramenta incrível para que o artista lendário de LA, Tony Quan, aka TEMPTONE que possui uma doença chamada ALS (que paraliza completamente o corpo com o tempo) pudesse continuar se expressando.

O EyeWriter permite que Temptone escreva através de movimentos com os olhos (única parte do corpo que ainda consegue movimentar).

Via Blog Coletivo Intervenções

Pensar “fora da caixa” é mais rentável

Pesquisa mostra que é raro ter idéias novas sem sair da rotina, mas a maioria dos escritórios de criação ainda não aceita que funcionários deixem local de trabalho.

É ótimo quando as pesquisas científicas confirmam aquilo que a gente sabe, mas não podia apresentar com dados, não é mesmo? Foi o que aconteceu na edição de setembro/outubro da revista HSM Management: foi publicado um artigo e uma entrevista com o Professor Gregory Berns, físico, neurologista e engenheiro biomédico que trabalha nos departamentos de psiquiatria e economia da Emory University, nos Estados Unidos.

O livro mais recente do Prof. Berns se chama “Iconoclasta: um neurocientista revela como pensar diferente.” No livro, o professor divulga resultados de suas pesquisas na área do pensamento criativo e da inovação. São conclusões importantes do ponto de vista científico, mas nem todas chegam a surpreender quem passou a vida toda trabalhando com criatividade e inovação numa base diária. Uma das conclusões mais diretas e efetivas de Berns é a seguinte:

“Para “pensar diferente” a atitude mais benéfica que você pode ter é se colocar fora de seu ambiente usual. É raro que as pessoas tenham idéias novas enquanto estão sentadas em seu escritório ou interagindo com as mesmas pessoas todos os dias. Observamos que se colocar em uma circunstância inédita ou diferenciada, seja numa viagem ou encontrando pessoas que não vemos todos os dias, é de longe a melhor forma de fazer com que o cérebro saia de seu modo previsível e desperte a criatividade inerente.”

Os escritores sabem disso há muito tempo, daí tantos “livros de viagens” e romances escritos durante estadias em países diferentes, as chamadas “obras do exílio”. Pintores também são famosos pela inspiração fornecida por novos ares e paisagens diferentes. Diretores de cinema como Woody Allen e David Lynch já endossaram a tese. E os melhores criativos que conheço, inclusive nas várias agências nas quais trabalhei, sempre foram unânimes em apontar o valor inestimável de mudar o cenário para ter suas melhores idéias.

Ao sair da mesa, tomar um café, ir até a esquina para comprar um sorvete, ou qualquer coisa que quebre a rotina e os tire de trás de suas mesas, a criatividade sempre parece fluir melhor, com mais facilidade, mais rapidamente. Naturalmente, isso sempre foi verdadeiro pra mim também, e por isso sempre estimulei as equipes de criação que dirigi a terem essa atitude de mudar de ares e evitar a rotina de ficar atrás da mesa. Previsivelmente, nem sempre isso agradou a todos nas agências onde trabalhei.

Muitas vezes o pessoal que não era diretamente responsável por criar a nova idéia, a campanha ou o plano inovador achava que se a equipe não estava sentada à mesa, fazendo cara de compenetrada, escrevendo ou ilustrando, não estava produzindo.

Sempre defendi o contrário – o criativo é mais produtivo sempre que ele ”sai da caixa”, qualquer que seja a caixa: a mesa, a baia, a sala de reuniões ou o horário exato que se espera que ele faça. Milhares das melhores idéias aconteceram enquanto os criativos estavam dirigindo de volta pra casa; quando estavam tomando banho na manhã seguinte ao dia do briefing; quando eles saíram de suas mesas para tomar um café e dar uma volta – sem necessariamente fazer cara de conteúdo: simplesmente indo até a padaria da esquina, despreocupadamente.

Pensando bem, nada mais óbvio: para que as pessoas pensem fora da caixa, deixe que elas saiam das suas caixas! Parece a coisa mais simples do mundo – mas não costuma ser simples no cotidiano. Os empresários, os clientes e o pessoal do atendimento normalmente reclamam, se chateiam e agem como se o criativo não estivesse fazendo seu trabalho cada vez que ele tenta sair da caixa física, ou da caixa dos horários exatos aos quais a burocracia gosta tanto de submeter as pessoas na ilusão de controlá-las. No caso de um trabalhador intelectual que executa tarefas criativas, um controle absolutamente ilusório, porque ficar sentado à mesa com cara de preocupado nunca ajudou ninguém a ter uma idéia feliz, inovadora, inspirada, arejada.

De fato, como também está hoje comprovado cientificamente, idéias felizes e produtivas têm mais chance de acontecer quando as pessoas estão felizes. Trancadas nos limites da sala, do horário estrito e da burocracia, as pessoas ficam menos felizes. E suas idéias ficam burocráticas, sem graça, sem inovação.

Curioso que burocratas cinzentos se perguntem “porque é tão difícil encontrar idéias que sejam realmente “fora da caixa?”. É exatamente por aquela atitude que os criativos sempre valorizaram tanto, e que os mesmos burocratas sempre chamaram de bobagem, frescura, ou coisa muito pior.
Mas agora, pasmem: tem até comprovação científica!

Por Paulo Ferreira, publicitário, consultor especialista em Gestão Estratégica de Negócios. Atua também como consultor de imagem e comunicação para diversas empresas por meio de sua consultoria, a Wasaby Innovation.

Por HSM Online

Indios 2.0

Quando o cacique Almir Surui acessou o Google Earth pela primeira vez, em um cibercafé, fez aquilo que quase todos fazemos: procurou sua própria casa. No caso, a reserva indígena 7 de Setembro, que ocupa cerca de 250 mil hectares entre os Estados de Rondônia e Mato Grosso; é lá onde vive a tribo que lidera, os Pater Surui. Espantou-se, de cara, com o que via na tela. Onde foram parar todas as árvores?

Apesar de já há anos lutar contra as madeireiras ilegais da região, a visão de cima o chocou. Só via a mancha marrom do desmatamento, que, no ano passado, comeu da Amazônia o equivalente à metade do território do Estado de Sergipe.

Com o susto, porém, veio a ideia. “Senti que estava em um mundo novo, que podia transmitir a consciência do meu povo para todos. Aquela tecnologia, que leva você de um canto para outro sem sair do lugar, reduzia dias de caminhada a apenas alguns segundos. Era algo diferente. Fazia sonhar e planejar ações”, conta o cacique, fascinado.

E Almir sonhou alto, mesmo. Depois de se articular com a ONG Equipe de Conservação da Amazônia (ACT), decidiu que iria para São Francisco, nos Estados Unidos, e procuraria o Google. Queria mostrar ao mundo, por meio da web, o descaso do poder público com a preservação das terras indígenas e da Amazônia. E não é que a empresa comprou o projeto?

Com a parceria com o Google Earth Outreach, a divisão filantrópica da companhia, os surui receberam computadores, smartphones (equipados com o sistema Android) e aparelhos de GPS para que pudessem, eles mesmos, colocar os seus costumes no mapa. A ideia é que, assim que identificarem um foco de retirada ilegal de madeira na região, os índios já subam fotos e vídeos no YouTube que serão agregados ao Google Earth e ficarão disponíveis para que todos acompanhem.

“A parceria serviu para que os surui usassem a tecnologia para dar visibilidade a seus problemas e para monitorar o que acontecia em seu território”, explica o cacique Almir, que, na semana passada, foi homenageado pelo projeto Google Earth Heroes, que incentiva organizações que usam a ferramenta para o ativismo socioambiental.

Para a cineasta Denise Zmekhol, o Google Earth é uma “ferramenta poderosa” para esse tipo de grupo, pois “as pessoas só entendem a gravidade do desmatamento quando o veem de cima”. Autora do minidocumentário Trocando Arcos e Flechas por Laptops (video acima), que retrata a saga dos índios com o Google, Denise diz que a transição tecnológica é radical para os surui. “A tribo saiu da idade da pedra e deu no mundo digital em 40 anos”, brinca, já que o primeiro contato deles com o homem branco data de 1969.

Direto de Link

Influência da arte na política e na economia

Um projeto experimental que procura investigar as interferencias da arte como comunicação visual na cidade. Através de depoimentos, vão descobrir as influências, as inspirações e as mudanças que a arte pública promove na cidade, nos moradores e nos próprios artistas. Este é o projeto de Munique Lima, o Oog Lab.

O último depoimento postado é do artista Ale Youssef,  importantissimo para entender como a arte interfere na política e na economia de uma cidade. O depoimento foi divido em duas partes, assista abaixo:

Ale Youssef é formado em Direito pelo Mackenzie e foi professor de Ética, Cidadania e Política contemporânea em colégios de São Paulo. Em 2001 dirigiu a implementação da Coordenadoria Especial de Juventude da prefeitura de São Paulo e ocupou o cargo de Coordenador de Juventude da cidade até 2004, onde desenvolveu projetos de valorização da cultura jovem e da identificação de novas expressões de comportamento.

É sócio e criador do Studio SP, casa de shows e artes localizada na Rua Augusta que tem sido um espaço importante para valorização de novas expressões culturais da cidade. Em 2008 criou o Overmundo, o primeiro site brasileiro de web 2.0, totalmente colaborativo. Além de ser colunista de política da revista TRIP.

Via Intervenções

36 mil escolas públicas com internet grátis

O número de escolas públicas que já tem conexão de internet de alta velocidade gratuita totalizou 36.146 até 30 de setembro, segundo o Ministério das Comunicações. O aumento é resultado do Programa Banda Larga nas Escolas e de acordo com o Minicom, com isso se aproxima da meta do governo de conectar todas as escolas públicas urbanas do país até o fim de 2010.

De acordo com os dados da Anatel, o número de instituições de ensino básico beneficiadas até agora representa 55,71% das 64.879 escolas públicas urbanas existentes no país. A meta do governo é conectar 80% delas até o fim deste ano. Os balanços divulgados pela Anatel são fechados a cada trimestre. Entre julho e setembro deste ano, mais de 7 mil novas escolas foram conectadas.

Os dados apontam que os estados com mais escolas contempladas são Minas Gerais (4.301), São Paulo (3.704), Rio de Janeiro (3.619), Bahia (3.361) e Paraná (2.982). A meta é que até o fim de 2010 todas as escolas públicas urbanas do Brasil estarão cobertas com serviço gratuito de internet de alta velcoidade, beneficiando cerca de 37 milhões de estudantes. A vigência do Programa Banda Larga nas Escolas vai até 2025, com compromisso de ampliação periódica da velocidade de conexão.

Via

Internet se expande no Brasil

A adesão dos brasileiros ao espaço online aumenta de mês a mês e em números acentuados. Em agosto, segundo dados do IBOPE Nielsen Online, houve um aumento de 5% na quantidade de pessoas com acesso à web no trabalho ou em casa, em relação a julho, o que representa quase 47 milhões. Já quem usou a internet no mesmo período somou um total de 37,3 milhões, fechando um crescimento de 2,3% em comparação com o mês anterior.
“Esses números mostram a força que o espaço online adquiriu no país. A tendência é que mais empresas apostem nessa área, que é muito promissora para o setor de negócios”, comenta Marco Voigt, diretor da Oiter Brasil, agência de publicidade online. Segundo ele, desde grandes a pequenos empresários já procuram construir seus sites para não ficarem para trás nesse movimento.
As vantagens são inúmeras, mas a interação com o consumidor é ainda a mais importante, visto que cerca de 64 milhões de brasileiros acessam a internet nos mais diversos ambientes (casa, trabalho, biblioteca, lan-houses, escolas etc), de acordo com projeções do IBOPE Nielsen Online.
Sem o limite de horários e distância de localidades, a empresa está ao alcance de todos, a qualquer hora do dia. O conforto e a segurança nas transações pela internet unidos à inclusão digital, que deve se manter em ascensão, farão com que mais pessoas escolham fazer suas compras no mundo virtual. “Todos já têm os dias bastante corridos, cheio de trabalhos e tarefas para resolver. Então, preferem comprar o que precisam no conforto do lar”, comenta Edival Corrêa, diretor de tecnologia da Oiter

A adesão dos brasileiros ao espaço online aumenta de mês a mês e em números acentuados. Em agosto, segundo dados do IBOPE Nielsen Online, houve um aumento de 5% na quantidade de pessoas com acesso à web no trabalho ou em casa, em relação a julho, o que representa quase 47 milhões. Já quem usou a internet no mesmo período somou um total de 37,3 milhões, fechando um crescimento de 2,3% em comparação com o mês anterior.

“Esses números mostram a força que o espaço online adquiriu no país. A tendência é que mais empresas apostem nessa área, que é muito promissora para o setor de negócios”, comenta Marco Voigt, diretor da Oiter Brasil, agência de publicidade online. Segundo ele, desde grandes a pequenos empresários já procuram construir seus sites para não ficarem para trás nesse movimento.

As vantagens são inúmeras, mas a interação com o consumidor é ainda a mais importante, visto que cerca de 64 milhões de brasileiros acessam a internet nos mais diversos ambientes (casa, trabalho, biblioteca, lan-houses, escolas etc), de acordo com projeções do IBOPE Nielsen Online.

Sem o limite de horários e distância de localidades, a empresa está ao alcance de todos, a qualquer hora do dia. O conforto e a segurança nas transações pela internet unidos à inclusão digital, que deve se manter em ascensão, farão com que mais pessoas escolham fazer suas compras no mundo virtual. “Todos já têm os dias bastante corridos, cheio de trabalhos e tarefas para resolver. Então, preferem comprar o que precisam no conforto do lar”, comenta Edival Corrêa, diretor de tecnologia da Oiter.

Via Ibope

twitter programado

Com o Twuffer você pode programar seus tweets para qualquer dia e hora.Para quem administra contas de twitters para empresas, esta uma uma ótima solução para a geração de conteúdo. Para quem apenas tem seu twitter pessoal e nem sempre está online, pode ser a solução para alertar seus seguidores sobre a data de algum evento, inico do jogo do seu time, e por aí vai. Acesse com seu login e senha e programe-se!

Gestão Pública 2.0 / Dados Abertos